Lei que altera o Programa de Inclusão Profissional (Proinc) será votada, nesta quinta-feira (9), pela Câmara Municipal de Campo Grande. Segundo o presidente da Fundação Social do Trabalho (Funsat), Cleiton Freitas Franco, o objetivo é “moralizar” o Proinc. Isto porque diversas irregularidades foram encontradas no programa.
Freitas informou que, até o início do mês, 648 pessoas foram desligadas do Proinc porque estavam irregulares. "Não tinham perfil para estar no programa de inclusão social". Ele citou caso em que estudante cursando o 6° semestre de engenharia fazia parte do projeto.
“O Proinc é voltado para pessoas carentes, sem estudo e que não conseguem se inserir no mercado de trabalho”, explicou.
MUDANÇAS
Em relação às alterações, o presidente da Funsat resumiu que o número de cursos oferecidos pelo programa será ampliado, as mulheres ficarão amparadas se engravidarem durante participação no programa e a fiscalização será mais rigorosa.
A ideia é fazer com que os critérios de seleção para o programa sejam mais objetivos. (Colaborou Gabriela Couto)