Para muitas categorias de trabalhadores, a greve geral agendada para hoje virou um prolongamento do feriadão do Dia do Trabalhador.
Sobretudo entre professores, servidores públicos e bancários, atividades que não trabalham durante fins de semana e feriados, o retorno às atividades só ocorrerá na próxima terça-feira, dia 2 de maio.
O cidadão que não aderiu ao movimento nacional contra as reformas trabalhista e da Previdência poderá enfrentar dificuldade para locomover-se pela cidade e pagar contas.
A adesão dos trabalhadores do transporte coletivo, mototaxistas, bancários e funcionários de empresas de transporte coletivo da Capital ao movimento, poderá complicar o cumprimento de tarefas durante todo o dia de hoje.
Outras categorias de servidores públicos e privados também anunciaram participação na paralisação e manifestações.
Param hoje:
- Escolas
- Bancos
- Ônibus urbanos
- Mototáxi
- Serviço de vigilância
- UFMS
- Transporte de cargas
Podem parar:
- Companhias aéreas
- Alguns setores do
serviço público
*Leia reportagem, de Lucia Morel e Eduardo Miranda, na edição de hoje do jornal Correio do Estado.