Cidades

7 DE SETEMBRO

Confira o que aconteceu no desfile cívico da Independência do Brasil

Popular evento atraiu mais de 40 mil pessoas às ruas

Redação

07/09/2017 - 14h09

O tradicional desfíle cívico de 7 de Setembro atraiu mais de 40 mil pessoas ao longo da Rua 14 de Julho, na manhã de hoje, em Campo Grande. Apesar do calor intenso e baixa umidade do ar, população compareceu para prestigiar evento.

Cenas inusitadas no decorrer da parada foram flagradas pelos repórteres fotográficos do Correio do Estado.

Guarda-sóis coloridos trazidos pelo público, que não conseguia refúgio nos resquícios de sombras nas ruas, “enfeitaram” as arquibancadas . Valeu até mesmo se esconder embaixo da bandeira brasileira.

Em determinado momento do desfile um homem, não identificado, tentou impedir o trajeto de um tanque do Exército Brasileiro, se jogando em frente ao veículo. Militares precisaram intervir para retirá-lo da via.

Houve também protestos políticos, cobrando o Governo e repudiando a corrupção. Além disso, alguns manifestantes pediram por intervenção militar.

Outro momento marcante do evento foi quando helicóptero da Polícia Militar sobrevoou baixo e provocou forte vento, virando guarda-sóis de quem assistia o momento. Confira a galeria a baixo.

DESFILE

A cerimônia de abertura aconteceu por volta das 9h, com 15 minutos de atraso do previsto, no palanque das autoridades, no cruzamento da Rua 14 de Julho com a Avenida Afonso Pena.

Entre as autoridades presentes estavam o governador Reinaldo Azambuja (PSDB); a vice-governadora, Rose Modesto (PSDB); o deputado estadual Rinaldo Modesto (PSDB); o secretário de Estado de Segurança Pública, José Carlos Barbosa; o secretário de Estado de Fazenda, Márcio Monteiro; os deputados estaduais Herculano Borges, Cabo Almi; além dos vereadores Papy, Enfermeira Cida, além do general da brigada José Carlos Braga de Avellar, comandante do Comando Militar do Oeste.

Vaias por parte do público marcaram as falas das autoridades presentes. Houve também protestos de diferentes grupos políticos e populares. Como no ano passado, há também quem peça a intervenção militar.

A secretária Vanessa Pinheiro Bezerra, de 45 anos, defendeu que a maioria das pessoas quer a volta dos militares.

“Vivi até os 14 anos durante regime militar no Rio de Janeiro. A maioria das pessoas querem a volta dos militares, mas falta um start para irem às ruas. Vivemos em uma hegemonia esquerdista e são eles quem contam os votos, então, não há saída via eleições”, afirmou.

A comerciante Flávia do Nascimento, de 36 anos, também disse que confia nos militares. “Os políticos não representam a população, representam eles mesmos. Por isso apoiamos a volta do regime militar”, declarou.  

 

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use a fachada da Sesau na capa e mantenha a foto de Papy com Dr. Victor Rocha no meio da reportagem, próximo ao trecho sobre o ofício enviado à Prefeitura. Foto: Arquivo Correio do Estado.

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