Cerca de 120,8 mil metros quadrados foram desafetados pela Prefeitura de Campo Grande e doados à Agência Municipal de Habitação (Emha) para a construção de 1234 unidades habitacionais em 2018.
O investimento tem financiamento do programa social Minha Casa, Minha Vida do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR) e os prazos de licitação, liberação da verba e início da construção dependem do Ministério das Cidades.
Em agenda na manhã desta sexta-feira (22), o prefeito Marcos Trad (PSD) disse que esse é o primeiro passo para o início da construção das casas populares.
“Nós somos obrigados a planejar. E a desafetação é o primeiro passo, para que se você conseguir todos os investimentos, nós já tenhamos condições de ter as áreas. Já está preparado. É o primeiro degrau. A obrigação do projeto é essa. Se não tiver a área desafetada, não pode dar sequencia ao projeto”, comentou.
De acordo com a publicação no Diário Oficial de Campo Grande (Diogrande) desta sexta, as áreas desafetadas e doadas estão localizadas nos bairros Aero Rancho, Cabreúva, Tarumã e Portal das Laranjeiras.
Conforme a Emha, há uma nova orientação do Ministério das Cidades para que não se crie novos residenciais “gigantescos”, como ocorreu no conjunto Celina Jallad, onde cerca de 1,4 mil casas foram construídas. A justificativa é que muitas unidades localizadas em uma área só causam um grande impacto à região.
Entre os terrenos citados na publicação vão desde áreas verde e lotes no Aero Rancho, até uma chácara às margens do córrego Segredo, no conjunto habitacional Cabreúva.