A estrutura improvisada pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Gestão Urbana (Semadur) para realizar podas e remoção de árvores praticamente travaram a execução do serviço em Campo Grande no ano passado.
Enquanto o número de solicitações aumentou 36% de 2016 para 2017, passando de 846 para 1.157, a quantidade realmente executada caiu 82,5% de um ano para o outro, saindo de 436 para apenas 76.
Desde 2016, a secretaria está sem contrato com empresa terceirizada para realização de poda e remoção, desta forma, os serviços estão sendo executados por equipe própria com apoio da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Sisep) e da concessionária Energisa. A pouca estrutura limitou as ações, que agora só ocorrem de forma emergencial, o que aumenta o risco de quedas de árvores.
Apesar da queda brusca no número de serviços executados, as dificuldades em obter autorização para realizar as remoções e podas são anteriores. A aposentada Elvira de Souza Herculano, 67 anos, tenta há nove anos retirar a árvore da calçada da sua casa localizado na Rua Veridiano, esquina com a Rua Mundo da Lua, no Bairro Estrela do Sul.
*Leia reportagem, de Tainá Jara, na edição de hoje do jornal Correio do Estado.