Nem mesmo a ameaça de desaparecimento do Lago do Amor levou os responsáveis a adotarem medidas efetivas para preservação do Córrego Bandeiras, que abastece um dos principais pontos turísticos de Campo Grande.
Com os projetos para solucionar o problema seguindo a passos lentos, a Capital segue sem bons exemplos de conservaçãop do meio ambiente para comemorar o Dia Mundial da Água, celebrado hoje.
Até o ano passado, o lago, localizado no campus da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) tinha prazo de 21 anos para desaparecer devido ao processo de assoreamento. A estimava é proveniente de monitoramento iniciado em 2002.
Entre agosto de 2008 e março de 2007, o volume do lago havia reduzido quase 30%, valor correspondente a 58.500 metros quadrados, o mesmo que 23 piscinas olímpicas.
Conforme reportagem publicada em março do ano passado no Correio do Estado, se nada for feito, o reservatório estará completamente cheio de sedimentos no ano de 2038.
A principal razão do assoreamento é a ação humana, seja através de obras e construções no entorno das Bacias dos córregos Bandeira e Cabaças, que fornecem água ao lago, ou ao jogar lixo nas galerias pluviais.
*Leia reportagem, de Tainá Jara, na edição de hoje do jornal Correio do Estado.