Maior motivo de insatisfação entre os campo-grandenses, a buraqueira das ruas não tem solução definitiva a curto prazo. De acordo com o subsecretário de Infraestrutura e Serviço Público, Ariel Serra, com investimento (hipotético) de R$ 150 milhões por ano em recuperação de pavimento, seriam necessários pelo menos oito anos para recapear a malha asfáltica da Capital.
Atualmente, dos 2,7 mil quilômetros pavimentados, 1,5 mil precisam ser recuperados urgentemente.
Se depender do orçamento previsto para 2018, o problema continuará sem solução. A perspectiva é investir R$ 100 milhões em infraestrutura, porém, maior parte deste dinheiro é repassado à concessionária CG Solurb para execução dos serviços de coleta e destinação de lixo.
Sobram aproximadamente R$ 70 milhões para os demais investimentos. Isto inclui a conclusão de obras paralisadas; as contrapartidas necessárias para obras iniciadas com recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Pavimentação e Mobilidade Urbana, além do custeio dos serviços de tapa-buraco.
(*) Confira a reportagem completa na edição desta terça-feira do Correio do Estado.