Após um dia inteiro de negociações nesta quarta-feira (11), servidores administrativos da educação e governo do Estado combinaram que será apresentada à categoria na quinta-feira (12) proposta por escrito do que foi negociado. Com o papel em mãos, a Federação dos Trabalhadores em Educação (Fetems) vai se reunir em assembleia e definir se acata ou não a proposição.
Detalhes da negociação não foram informados. A greve começou na terça e segue prevista até 30 de abril. A paralisação das atividades é em protesto ao reajuste de 3,04% sancionado pelo Executivo na semana passada.
a deflagração de uma greve geral por tempo determinado foi definida em assembleia realizada na sexta-feira (6) pelos representantes e trabalhadores administrativos em educação do Estado.
A reunião realizada no auditório da Fetems esclareceu aos presentes que o governo do Estado não aceitou a proposta de incorporação do abono salarial (atualmente) de R$ 200 à carreira profissional de educação básica, conforme previsto na lei 4.868/2016.
Em nota, as lideranças do movimento lembraram que diante da negativa, os trabalhadores administrativos em educação, responsáveis pela manutenção, limpeza, merenda e secretarias das escolas públicas estaduais continuarão a ter um salário base menor do que o valor do salário mínimo vigente no País.