O advogado Edmar Soares da Silva da Associação e Centro Social dos Policiais Militares e Bombeiros Militares de Mato Grosso do Sul (ACS) disse hoje, durante desdobramento da operação Oiketikus, que as provas apresentadas pelo Ministério Público contra os policiais são “frágeis”.
Ele acredita que os militares vão responder ao processo em liberdade. Segundo ele, três, dos sete presos no dia 16, tiveram pedidos de habeas negados pela Justiça. Outros quatro pedidos de liberdade serão analisados ainda hoje.
À reportagem do Portal Correio do Estado, Soares explicou que está foi até o prédio do Grupo de Atuação Especial e Combate ao Crime Organizado (Gaeco) para acompanhar a oitiva de quatro policiais, que estão como testemunhas no caso, e foram alvos de mandado de busca e apreensão na operação passada.
Ao todo, segundo o advogado, a ACS está acompanhando pelo menos 11 pessoas, sendo sete presos durante as ações realizadas no dia 16 e outras quatro testemunhas.
Ele disse que, 12 pessoas vão prestar depoimento ao Gaeco nesta quarta-feira (23). Deste total, quatro são militares apontados como integrantes da organização criminosa que atuava no contrabando tanto de cigarros como de outros produtos, como pneus. Ele não soube detalhar se, eles foram alvos de ações policiais hoje ou ainda se trata de desdobramento da última semana.