Dia Mundial do Meio Ambiente foi comemorado na última terça-feira (5) e, apesar das ações de conscientização ambiental realizadas durante a semana em vários setores, mobilização da população em prol do ambiente ainda é baixa. Um exemplo é o serviço de coleta seletiva, que na Capital funciona com o sistema porta a porta e entrega voluntária, e tem baixa adesão dos campo-grandenses, segundo informações da concessionária responsável pela coleta seletiva em Campo Grande, a CG Solurb.
A coleta seletiva dos resíduos sólidos é um sistema de recolhimento de materiais recicláveis, como papéis, plásticos, vidros e metais. Em média, são recolhidas 460 toneladas de lixo recicláveis mensalmente, a separação e comercialização destes materiais são de responsabilidade de cooperativas.
Segundo a Solurb, existem várias formas de se desenvolver um sistema de coleta seletiva de resíduo sólido, sendo que, no município de Campo Grande, são duas as modalidades praticadas, a porta a porta (ou domiciliar) e em locais de entrega voluntária (LEV).
A coleta porta a porta é semelhante à coleta domiciliar convencional, porém, os veículos coletores percorrem as residências em dias e horários específicos que não coincidam com a coleta convencional. Os moradores colocam os recicláveis nas calçadas, acondicionados em qualquer recipiente ou embalagem.
Os bairros com maior adesão a coleta seletiva são Carandá Bosque, Vilas Boas, Cidade Jardim e Giocondo Orsi, locainda onde esse tipo de coleta é realizado há mais de cinco anos.
Atualmente, apenas parte da Capital conta com o sistema de coleta seletiva, sendo ampliado gradativamente, ano a ano. No site da Solurb, população pode consultar a lista de LEV'S, que informa os locais de entrega voluntária e as regiões atendidas pelo sistema porta a porta.