Nesta quarta-feira (10), o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), divulga um estudo realizado entre os anos de 2016 e 2018, que avalia as condições das rodovias federais pavimentadas em todo Brasil.
A metodologia utilizada é o Índice de Condição da Manutenção (ICM), o qual mensura a qualidade das rodovias sob responsabilidade da autarquia. Mato Grosso do Sul conta com 3 mil quilômetros de vias federais.
Preliminarmente, o DNIT informou que o percentual de trechos ruins diminuiu de 12% para 8%; a malha regular aumentou de 21% para 24% e a parte considerada boa permaneceu em 53% nas duas avaliações.
CRITÉRIO DE AVALIAÇÃO
Os critérios para avaliação do pavimento levam em consideração a ocorrência e frequência de defeitos no pavimento. Já, os critérios para avaliação da conservação, levam em consideração a situação da roçada (altura da vegetação), da drenagem (dispositivos superficiais) e da sinalização (elementos verticais e horizontais).
O ICM é obtido a partir da soma do índice do pavimento, que tem maior peso (70%), com o índice da conservação. Se o ICM é menor do que 30, a rodovia apresenta Bom estado de manutenção e requer apenas serviços de conserva rotineira. Se o valor do ICM estiver entre 30 e 50, a rodovia apresenta situação Regular e requer serviços de conserva leve.
Se o ICM estiver entre 50 e 70, a rodovia está em estado Ruim de manutenção e requer serviços de conserva pesada – nível 1. Se o ICM for maior que 70, a rodovia é considerada em estado Péssimo, o que requer serviços de conserva pesada nível 2 (mais profunda).