Valor do reajuste para os servidores da educação de Campo Grande depende dos resultados dos estudos de gastos do Executivo Municipal. O prefeito Marcos Trad (PSD) afirmou que o reajuste pode ser parcelado, mas é uma garantia.
De acordo com Trad, a prefeitura ainda não terminou as análises econômicas e financeiras do municipal para dar um ultimato. “Pode ter certeza absoluta que aquilo que for possível dar de reajuste, nós daremos”, disse. O Sindicato Campo-grandense dos Profissionais da Educação (ACP) pede uma correção de 4,17% no salário, referente ao reajuste anual do piso salarial do magistério proposto pelo Ministério da Educação, no começo deste ano.
Mesmo com o limite prudencial, uma marca para os gastos com despesas públicas de pessoal, atingindo o mínimo da margem, que é de 52% a 54%, o chefe do executivo garantiu que conversará com a categoria para buscar o soluções.
“Se não der para dar os 4% agora, por causa do limite prudencial, propostas podem ser feitas de escalonamento até chegar em dezembro e cumprir os 4,16% pedidos por essa categoria, como nós fizemos no ano passado”, enfatizou.
Em 2018, o ACP conseguiu um reajuste de 3,04% para o mês de maio e outro em dezembro, de forma parcelada.