Dos 16.446 nascimentos que foram registrados em Campo Grande, 13,3% foram de mães adolescentes. Os dados são da Coordenadoria de Estatísticas Vitais (Cevital) da Secretaria Municipal de Sáude (SESAU). Em 2017, essa porcentagem era maior, atingindo 14,0%, o que caracteriza diminuição na gravidez precoce.
Conforme o boletim, 16.329 nascimentos ocorreram em hospitais, 57 em outros estabelecimentos de saúde, 51 partos foram domiciliares e nove ocorreram em outros locais.
A Associação de Amparo a Maternidade e a Infância (Maternidade Cândido Mariano) concentrou a maior quantidade de nascimentos (9.102), o que representa 55,6% do total, sendo a média de 758,5 nascimentos por mês.
A Santa Casa de Campo Grande concentra a segunda maior taxa de nascimentos, com 3.128 nascidos vivos, ou equivalente a 19,1% do total e média mensal de 260,7 nascimentos por mês.
Em seguida aparecem os hospitais Regional e Universitário com 2.193 (13,4%) e 1.701 nascimentos (10.4), respectivamente, e o Hospital Geral do Exército com 192 nascimentos.
As dez unidades de urgência e emergência do município (UPAs e CRSs) registrados 54 nascimentos durante o ano de 2018, conforme o boletim abaixo:
Tendência
Dos nascimentos de residentes em Campo Grande em 2018, 13,3% foram de mães adolescentes, 70,7% foram de mães de 20 a 34 anos e 16% de mães com 35 anos ou mais. No ano anterior (2017), a gravidez na adolescência foi de 14,0%, 71,8% foram de mães entre 20 e 34 anos e 14,2% nas mães acima de 35 anos, o que revela uma tendência para diminuição na gravidez precoce.