Cidades

DEBATE

Deputados divergem sobre demarcação de terrras indígenas

STF quer que a responsabilidade volte para a Funai

Izabela Jornada

25/06/2019 - 15h18
Notícia sem imagem

Deputados da Assembleia Legislativa manifestaram opiniões sobre a suspensão proferida pelo Supremo Tribunal Federal (STF) da medida provisória apresentada pelo presidente Jair Bolsonaro em relação à demarcação de terras indígenas .

O presidente quer que as demarcações fiquem na responsabilidade do Ministério da Agricultura, porém o Supremo suspendeu ontem medida que determina a permanência do tema nas mãos da ministra Tereza Cristina (DEM) .

O deputado do PSDB Rinaldo Modesto, defende que as demarcações devem ficar com a ministra. “Entendo que ela é democrata e estadista, mesmo sendo ruralista ela vai resolver isso, até porque eles (Funai) não resolveram nada”, justificou Modesto. 

Evander Vendramini do PP também e a favor de que as demarcações fiquem no Ministério da Agricultura. “Quem trabalha essa questão é a ministra da Agricultura, a Funai defendia o lado deles e eu acho que tem que ser imparcial”, afirmou Vendramini.

Porém o deputado Pedro Kemp do PT é contrário às afirmações dos colegas que são a favor de que as demarcações sejam responsabilidades do Ministério da Agricultura. Para ele, já está acontecendo “parcialidade e lado” , justificando que a indicação da Tereza para o ministério foi feita por ruralistas. 

LIMINAR
 
Na tarde de ontem, o ministro Luís Roberto Barroso, do STF, concedeu liminar para suspender a validade do trecho da medida provisória do presidente Jair Bolsonaro, que transferiu para o Ministério da Agricultura a demarcação de terras indígenas. Diante disso, as demarcações de terras deverá voltar para a Fundação Nacional do Índio (Funai), órgão vinculado ao Ministério da Justiça. Barroso pediu para que a pauta seja discutida com urgência no plenário da Corte, que decidirá se mantém ou não a liminar.

Nova Mobilidade

Prefeitura vai usar carros de aplicativo para transportar servidores em Campo Grande

Contrato com o Banco do Brasil prevê corridas por aplicativo e táxi para viagens de trabalho; município estima economia de até 30% com manutenção da frota e combustível

05/11/2026 17h46

Prefeitura de Campo Grande vai adotar corridas por aplicativo e táxi para transportar servidores durante o expediente, com previsão de economia de 30% nos gastos com frota e combustível.

Prefeitura de Campo Grande vai adotar corridas por aplicativo e táxi para transportar servidores durante o expediente, com previsão de economia de 30% nos gastos com frota e combustível. Foto: Divulgação Prefeitura de Campo Grande

Continue Lendo...

Educação

Rede Estadual amplia vagas em 10% para 2027 em MS

Prazo começa na segunda-feira (9) e segue até 6 de janeiro; número é 20 mil superior às 200 mil vagas disponibilizadas para o ano letivo de 2026

05/11/2026 17h19

Rede Estadual amplia vagas em 10% para 2027 em MS

Rede Estadual amplia vagas em 10% para 2027 em MS Paulo Ribas

Continue Lendo...

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).