De acordo com a pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), aparelhos celulares e televisões tem sido as principais ferramentas do sul-mato-grossense para acessar internet.
O levantamento aponta que em 2019, 99,7% dos domicílios recorreram ao aparelho celular na hora de acessar a internet, ou seja 804 mil domicílios, em 2016, 658 mil domicílios utilizavam o aparelho para essas finalidades.
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A televisão com conversor digital integrado ou adaptado ganhou espaço na rotina da população, a pesquisa mostra que em 2019, 85,0% dos domicílios contém o aparelho, em 2018 a porcentagem era de 82,1%.
Em contra partida o uso de microcomputador e tablet registraram quedas. Os resultados de 2016 a 2019 mostraram um lento declínio na proporção de domicílios de MS em que havia microcomputador ou tablet: eles representavam 54,7% do total em 2016, 49,7% em 2017, 46,5% em 2018 e 45,0% em 2019.
Internet
Em Mato Grosso do Sul a internet é utilizada em 86,7% dos domicílios de acordo com o levantamento do ano de 2019.
Focando nos domicílios em que não havia utilização da internet a pesquisa buscou entender quais motivos levavam a esta falta de acesso, cerca de 124 mil domicílios não utilizam a internet por não ter nenhum morador que saiba usar.
Em 2016, eram cerca de 234 mil domicílios se encontravam nesta situação. Em 2017, este número passou para 202 mil. E em 2018, 151 mil.
Celulares
Mato Grosso do Sul possui o segundo maior percentual de domicílios com telefone celular do país. A parcela dos domicílios que tinham o telefone móvel celular no Estado, subiu ligeiramente de 96,6 para 97,5%, entre os anos de 2016 e 2019.
No ranking de 2019, MS possuía o segundo maior resultado entre os outros estados brasileiros, atrás apenas do Distrito Federal (98%) e à frente de Mato Grosso (97,1%).
Os três menores resultados foram encontrados no Acre (88,5%), Pará (88,2%) e Maranhão (84,9%).
Continua em crescimento o percentual de idade das pessoas que utilizam o aparelho celular com 10 anos ou mais. Em 2016, 84,5% das pessoas pesquisadas no grupo referido utilizavam celular. Em 2017 passaram a ser 84,7%. Em 2018, 85% e em 2019 o número chegou a 86,6%.