Durante as fiscalizações do toque de recolher na noite de sábado (26), os agentes públicos interditaram 3 estabelecimentos e abordaram 225 pessoas que estavam nas ruas de Campo Grande descumprindo o decreto municipal.
Ao todo, foram 388 estabelecimentos fiscalizados nas sete regiões da cidade, além dos interditados, também foram autuados 6 locais por aglomeração.
Um deles, localizado na Avenida Afonso Pena, foi interditado por desrespeito ao decreto contra Covid-19, os clientes presentes não respeitavam o distanciamento mínimo.
A auditora fiscal da vigilância sanitária, Adriane Saliba Orro afirmou que a maioria dos empresários entende e respeitam às medidas de biossegurança.
“Nós trabalhamos ao lado do empresário. A maioria respeita e entende. Porém, existem alguns que insistem em desobedecer”, ressaltou.
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O estabelecimento da empresária Fabiane Forte foi um dos fiscalizados, "no meu caso, chegaram e fiscalizaram tudo, está tudo certo. Nós entendemos que é um momento difícil, mas estamos conseguindo”, disse.
“Todos precisam se conscientizar, principalmente os que fazem festas clandestinas. Pois, se a situação piorar, mais pessoas podem ficar doentes e todos vão sofrer com mais restrições”, completou.
Ação
As fiscalizações acontecem na segunda etapa da Operação Integrada “Fim de Festa”, com Auditores Fiscais da Vigilância Sanitária, e apoio da Guarda Municipal de Campo Grande (GCM), Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano (Semadur) e Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran).
Na primeira etapa, que durou quatro dias de força-tarefa, foram visitados 1.166 estabelecimentos comerciais, 20 notificados e interditados por descumprirem o horário do toque de recolher.
A operação encerrou cinco festas irregulares, realizadas sem autorização em salões ou espaços de locação. Outras 68 ocorrências aconteceram em residências com aglomerações ou festas. Foram 1.182 abordagens e 12 prisões.
Os servidores das 4 secretarias envolvidas nas ações se dividem em grupos e contaram com drones para auxiliar nos trabalhos. Equipes da Agetran realizam blitz especificamente para combater a combinação álcool e direção, que causa acidente e contribui para superlotação de leitos.