O responsável de uma das empresas alvo de fiscalização da Superintendência para Orientação e Defesa do Consumidor (Procon/MS), nesta sexta-feira (2), se escondeu em um armário para evitar explicações ao órgão.
Com isso, o Procon entende que possa ter alguma culpa e não poderia ser visto pelos policiais. Terminada a ação, os fiscais e policiais lacraram o armário e deixaram o local sem a percepção de que havia ficado alguém.
A operação, em conjunto com a Delegacia Especializada do Consumidor (Decon/MS), fechou mais três empresas por enganar clientes com consórcio financeiro imediato.
As atividades ficarão suspensas até que consigam comprovar ao contrário do que foi apurado pela equipe.
Nesses locais, não foram apresentados alvarás de localização e funcionamento, não possuíam autorização do Banco Central para realizarem operações financeiras, praticavam publicidade enganosa por afirmarem entrega imediata de bens aos consumidores e, ainda, se recusarem à devolução dos valores recebidos à vista quando da adesão aos planos.
Em uma das empresas, as equipes encontram representantes de um idoso que pagou a cota de R$ 10,5 mil à vista como negociação de uma carreta Randon graneleira, no qual, ele não recebeu o bem.
A justificativa no local seria que o veículo estaria em negociação.