O governo do Estado deu início a obra de contenção e drenagem no Parque dos Poderes, para evitar erosão e assoreamento do córrego Joaquim Portugês, curso d'água que alimenta o lago do Parque das Nações Indígenas.
ÚLTIMAS NOTÍCIAS
Em razão das obras, a pista lateral direita da avenida do Poeta, entre a rotatória de acesso ao condomínio Beirute e a Rua Jornalista Marcos Fernando Rodrigues, estará interditada para realização dos serviços que devem ser finalizados nesta sexta-feira.
“Sem esse serviço o córrego desbarranca, provoca erosão e entope o lago de areia. É um investimento de pouca visibilidade, mas que fará diferença para as futuras gerações de campo-grandenses”, afirma o governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja.
OBRAS NO CÓRREGO
Em janeiro, o governo do Estado informou o início das obras para conter a erosão no córrego Joaquim porguês.
A Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos (Agesul) lançou edital para o serviço, com o prazo de 240 dias para finalização da obra.
O valor do contrato para execução dos serviços, que inclui pavimentação asfáltica, drenagem de águas pluviais, recuperação do pavimento e controle da erosão, é de R$ 4,765 milhões.
A obra é para a revitalização do Parque das Nações Indígenas e entorno.
O processo de desassoreamento dos lagos do Parque das Nações começou com a retirada de sentimentos do lago, em junho de 2019, sob responsabilidade da prefeitura. Lago foi esvaziado para o trabalho.
Com cinco hectares, o lago principal acumulou 115 mil metros cúbicos de areia, que foram retirados em 11 mil viagens de caminhão, enquanto no lago menor, foram retirados 15.474 metros cúbicos.
No entanto, para evitar o assoreamento futuro do lago, são necessárias obras nos Córregos Joaquim Português e Reveilleau.