Um ano e quatro meses depois da morte de Carla Santana Magalhães, 25 anos, Marcos André Vilalba, 22 anos, foi condenado a 31 anos e 9 meses de reclusão em regime fechado pelo assassinato da vitima em julgamento realizado nesta sexta-feira (13).
O crime bárbaro ocorreu em 30 de junho de 2020, quando a vítima foi raptada pelo vizinho na rua, estuprada e assassinada. O réu assistiu a maior parte do julgamento em uma sala anexa ao plenário do Tribunal do Júri, por videoconferência.
Os jurados, acataram a tese da acusação e condenaram o acusado pelos crimes de homicídio qualificado por motivo fútil, meio cruel, uso de recurso que dificultou a defesa da vítima e feminicídio, além de ocultação de cadáver e vilipêndio a cadáver.
Carvalho sequestrou Carla na frente da casa dela com um mata-leão, na noite do dia 30 de junho de 2020, e a levou para a edícula onde ele morava, na residência ao lado.
Lá, ele matou a vítima com diversos golpes de faca no pescoço. O acusado foi preso 10 dias depois de abandonar o corpo, no dia 13 de julho de 2020, e confessou o crime.
"Até agora não me conformei ainda em ter perdido minha menina, é muito cruel o que ele fez", lamentou a mãe de Carla.
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No dia 30 de junho de 2020, Carla foi raptada por Marcos na Rua Nova Tiradentes, no Tiradentes, onde ela e o autor morava. Eles eram vizinhos e a vítima foi imobilizada pelo réu com um ‘mata leão’. Após o golpe aplicado pelo rapaz, Carla desmaiou e foi levada para dentro da residência dele.
Conforme denúncia do Ministério Público Estadual, além de sequestrar e a matar, Carvalho vilipendiou seu cadáver, praticando sexo com Carla já morta.
Após os crimes, ele colocou o corpo da vítima embaixo da cama, onde foi mantido até o dia 3 de julho, quando ele o carregou até a esquina e deixou em frente a uma mercearia, a cerca de 40 metros da casa onde ela morava.
Ele responde por homicídio qualificado por motivo fútil, meio cruel, uso de recurso que dificultou a defesa da vítima e feminicídio, além de ocultação de cadáver e vilipêndio a cadáver.