A maioria dos novos casos de Covid-19, em Mato Grosso do Sul, pode estar sendo liderado pela variante Ômicron, conforme informado pelo secretário estadual de Saúde, Geraldo Resende.
"Nós entendemos que a totalidade dos casos de Mato Grosso do Sul, é Ômicron", disse ao Correio do Estado, nesta terça-feira (8).
A Secretaria Estadual de Saúde (SES), em parceria com dois pesquisadores, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) de Minas Gerais, identificou que, das 94 amostras analisadas, todas deram positivo para a Ômicron.
Outras 94 amostras foram levadas para a Fundação para novas análises. O resultado completo da pesquisa ainda será publicado.
Mato Grosso do Sul enfrenta o maior patamar de casos ativos de Covid-19, o que pode estar sendo contribuído pela variante Ômicron, segundo o secretário de Saúde, Geraldo Resende.
Conforme o boletim epidemiológico de segunda-feira (7), 24.738 pessoas estavam em isolamento e 410 hospitalizadas.
PRIMEIRO CASO
No dia 14 de janeiro, Mato Grosso do Sul teve o primeiro caso confirmado da variante Ômicron.
A infectada foi uma moradora de Ivinhema, de 24 anos.
De acordo com a Secretaria, ela não viajou para fora do Estado. A jovem fez o teste no dia 3 de janeiro.
Antes da confirmação da variante no Estado, Resende havia falado no dia 10 de janeiro, sobre a probabilidade da Ômicron já ser predominante em Mato Grosso do Sul.