O momento na vida brasileira é de muito constrangimento e apreensão. Desemprego grassando pelos quatro cantos do País, juros extorsivos sem qualquer possibilidade de defesa do cidadão depois de incentivá-lo a pegar crédito bancário, a justiça sob suspeição emanada dos próprios pares, o governo arrochando o povo com aumentos de tarifas e impostas, governante sem mais credibilidade da população, falcatruas por todo lado em assalto generalizado ao dinheiro do povo, empresas pegas em operações nada republicanas, a economia parando e sem perspectiva de melhoras e por aí vai. É um momento difícil e exige posicionamentos da população se não quiser passar por coisa pior.
A falta de credibilidade do povo brasileiro para com o governo está acentuada e em todos os setores da vida econômica nacional, já não há mais esperanças de que se possa mudar algo em médio prazo. A economia está em frangalhos e com ela todo o parque produtivo. Não bastasse, o próprio partido do governo combate seu plano econômico, numa tentativa de se reerguer. Paira no ar que estamos sem qualquer projeto crível que possa recuperar a economia do seu atual estágio lastimoso. Ao mesmo tempo em que exige da população sacrifícios para poder sobreviver, o governo não corta um centavo de suas despesas e uma delas, os ministérios, consomem mais de 400 bilhões de reais ao ano, sendo 214 bilhões com pagamento da folha salarial.
A falta de credibilidade e crença nos programas de governo é tão acentuada que nem mesmo os últimos lançados para recuperar a infraestrutura estão recebendo a adesão dos empresários. Sabem que não receberão lá na frente, como é o caso de muitas obras paradas por falta de pagamento. O mesmo acontece em todos os setores que dependem de verba pública, do governo. O Pronatec, o Fies e outros planos de apoio à educação estão sem dinheiro. A saúde teve cortes em seu orçamento e já vêm de um estado calamitoso e doentio por falta de recursos, qual o resultados disso? Mais sofrimento para o povo. A verdade é que o Estado quebrou, não tem poupança e tampouco dinheiro para bancar sua atividade de promover o bem estar social. A arrecadação desabou e, pasmem, apenas 10% do que deveria arrecadar para o superávit foi conseguido em cinco meses, espera-se arrecadar 60 bilhões em 12 meses para alcançar sua meta fiscal, mas até agora, apenas seis bilhões.
A queda da arrecadação mostra de maneira real que o Brasil parou. Estamos sem dinheiro circulante, sem consumo e isto quer dizer, sem emprego e confiança para gastar. O governo já está lançando mão da poupança do trabalhador. Fez uso de 10 bilhões do FAT para isso. Além dessas lambanças na economia, o governo enfrenta a “oposição” do Partido dos Trabalhadores através de seu maior líder, Lulla, criador da criatura que preside o País. Depois de deitar e rolar na administração dela, inclusive indicando o Ministro da Fazenda Joaquim Levy, o inventor do arrocho fiscal, agora procura se descolar da presidente.
O momento exige uma postura da população. A operação Lava Jato está mostrando a todos o que foi e o que ainda é o governo do Partido dos Trabalhadores. Destruíram com o Brasil. Estão armando, sorrateiramente, para se manter no Poder e a todo custo tentando evitar a prisão do seu líder, o chefe e único culpado de toda a lambança nacional, que está atolado até o pescoço com as falcatruas acontecidas e agora expostas a Nação. Aplicou o golpe do pedido de Habeas Corpus preventivo julgando que haveria uma mobilização nacional de apoio, mas o tiro saiu pela culatra quando nada aconteceu a seu favor, fez um teste e pelo resultado, sua prisão vai ser uma festança nacional. É melhor tirar a poeira do passaporte italiano conseguido pela Mariza, que já previa tudo. Pizzolato te espera. Ao povo brasileiro, vamos as ruas fazer a faxina, é chegada a hora.