Pelos seus movimentos nos últimos tempos, acredito que a política brasileira e, principalmente, o ex presidente Lulla, andam sofrendo de Distúrbio Delirante Paranóide. O que caracteriza bem esse distúrbio é a presença constante de delírio persistente e é classificado em cinco tipos, entre eles, delírio de grandeza ou megalomania e delírio persecutório, aquele em que o indivíduo se acha sempre perseguido.
Avaliem se é um não é um caso típico da política e da maioria dos políticos brasileiros, principalmente do Lulla e da Dillma. A presidente tem um certo distúrbio e isso está provado pelas suas desconexões e falta de coordenação mental em seus discursos não lidos, de improviso. O ex presidente Lulla sai pelo Brasil com seu discurso verborrágico, melhor, uma logorréia que é a compulsão que tem o discursante para falar com loquacidade exagerada com nítidos sintomas de neurose e psicose e se sentindo o maior salvador da pátria e dos povos da América, o idealizador de tudo quanto é política social já estabelecida no Brasil e o grande mentor da formação da Grande Pátria, o fechamento dos objetivos do Foro São Paulo, os sonhos dos bolivarianos.
A política brasileira chafurda no lamaçal em que se encontra tendo como astros os maiores mandatários do Executivo e Legislativo, um segurando o outro para não cair, mas todos, igualmente, envolvidos em falcatruas e desrespeito a lei, afrontando a decência, a ética e a moral da Nação. O povo banana assistindo a tudo e esperando que um pequeno grupo de brasileiros cientes e conscientes do seu papel, traga mudança na situação que se deteriora a passos largos na administração do País e da sua economia.
Quando digo nos meus artigos que a população brasileira é formada por mais de 80% de analfabetos, funcionais ou não, alguns realizam críticas, mas os fatos estão aí para provar que temos sangue de barata e engolimos tudo que nos é enfiado “guela” abaixo. Que se pode esperar de um País em que somente pouco mais de 4% de sua população tem curso superior presencial completo? Qual a força de conhecimento cientifico e tecnológico que temos para nos consolidarmos no mundo de hoje? Somos um País pobre, sem seriedade, sem capacidade e mais ainda, sem o desejo de ser grande ante a acomodação e de índole servil com concordância à vagabundagem e pilantragem que grassa pelo Brasil. Aqui, os heróis são os bandidos. O que vigora no “baixo clero” da sociedade, tem vigorado no ‘alto clero” da política brasileira.
O assustador é que a “grande imprensa” procura de todas as formas minimizar os acontecimentos funestos na estrutura de governo do Brasil, o Executivo e o Legislativo. Grandes interesses podem estar inseridos nesse contexto. Mencionar uma fraude fiscal como “pedaladas”, é “glamorizar” um fato grave e que é proibida pela lei e passível de penalização ao mandatário praticante, neste caso a presidente Dillma Rousseff, que deverá responder por crime de responsabilidade.
Aliás, este é um crime praticado em todas as administrações municipais e estaduais, raras exceções. Não bastasse, querem excluir o ex presidente e a presidente de suas responsabilidades na lambança junto a Petrobras, uma empresa ligada diretamente a Presidência da República que a controla. Alegar que desconhecia o que estava escrito nos contratos em que a Petrobras assume riscos e pagamentos por sucatas chega a ser hilário. Simples assim, todos os corruptos não sabiam de onde saiu o dinheiro que receberam, como alega o tesoureiro do PT encarcerado em Curitiba e por essa razão, deverão ser absolvidos. Assim como fez a CPI da Petrobras, uma palhaçada de alto custo aos cofres do Brasil, dinheiro que sai do bolso do povo, mas que não está nem aí, afinal isso não lhe compete, é um banana. O presidente e o relator da CPI, descobriu-se, receberam quase um milhão das empresas envolvidas e assim todos felizes para sempre.
E dessa forma, o Brasil vai vivendo e cada dia se aprofundando mais na crise e o povo pagando muito caro para manter esses corruptos que ocupam a presidência do Senado e Câmara, incluso a presidente que não observa e nem respeita as leis. Como o povo não toma a rédea da sua vida, a cada dia a situação se torna mais grave e não temos um líder ou qualquer outra Instituição que possa assumir a responsabilidade de uma mudança nesse status quo. É isso que permite ao paranóico Lulla, mesmo com seus discursos e falas sem qualquer consistência e cravadas de contradições, a voltar à baila como alguém ilibado, honesto, ético e moralmente de muito respeito para coordenar a administração do Brasil. É ou não é uma paranóia?