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PARADEIRA

Atrasos em repasses federais travam finalização de obras

Estado precisa de R$ 523 milhões para terminar construções e mais de R$ 300 milhões são de entes da União
17/08/2015 00:00 - DA REDAÇÃO


 

Apesar da meta de entregar pelo menos 80% das obras inacabadas até o final do exercício de 2015, o programa “Obra Inacabada Zero”, do governo do Estado, esbarra na falta de repasse de R$ 331,7 milhões em  recursos federais e na necessidade de arrecadação de R$ 192 milhões em recursos próprios. Tudo isso totaliza R$ 523,7 milhões que Mato Grosso do Sul precisa para investir e conseguir finalizar  200 obras previstas no cronograma. O total, em janeiro, era de R$ 578 milhões em obras deixadas pela gestão anterior, segundo a Secretaria de Estado de Infraestrutura (Seinfra).  O programa “Obra Inacabada Zero” foi lançado no início do ano pelo governador Reinaldo Azambuja (PSDB).

No começo do ano, antes do lançamento do programa, o Estado tinha que desembolsar R$ 247 milhões, dos quais R$ 55 milhões já estavam em caixa e foram usados para terminar a construção do campus da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (Uems) aqui em Campo Grande e algumas obras de saneamento no interior do Estado - dos R$ 55 milhões, R$ 34,5 milhões eram para  as obras geridas pela Empresa de Saneamento do Estado de Mato Grosso do Sul (Sanesul).  

Assim, de R$ 578 milhões, o valor a ser aplicado caiu para R$ 523 milhões. De acordo com o secretário de Infraestrutura, Ednei Marcelo Miglioli, atualmente o governo necessita arrecadar um total de R$ 192 milhões para conclusão de obras inacabadas. 

(*) A reportagem de Tainá Jara está na edição de hoje do Correio do Estado

Felpuda


Mesmo sabendo que não é fácil conquistar a vitória, alguns políticos em pleno exercício do mandato disputam eleições, querendo trocar o Legislativo pelo Executivo e se dizendo preocupados com as necessidades do município. 

A jogada é antiga: fazem campanha eleitoral antecipada, pois vão tentar a reeleição, e começam a “trabalhar” o nome desde já. É bom lembrar o dito popular: “De boas intenções o inferno está cheio”. Ah, o poder!