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CORONAVÍRUS

Aulas presenciais da Academia da PM são mantidas e 37 cadetes se contaminam

Uma denúncia foi encaminhada ao Ministério Público junto a Notícia de Fato aberta
11/08/2020 12:31 - Da Redação


A Academia da Polícia Militar do Mato Grosso do Sul foi denunciada ao Ministério Público por manter aulas presenciais em meio a pandemia da Covid-19, mesmo com um dos alunos diagnosticado com o coronavírus.

Na semana do dia 20 de julho as aulas presenciais foram retomadas. De segunda-feira passada (3), até a última sexta-feira (7), todos os alunos permaneceram em aula das 7h às 19h, compartilhando alojamento, armamentos e estruturas.  

Uma familiar de um dos alunos abriu uma Notícia de Fato (NF) - uma acusação que inicia um processo, feita pelo representante do Ministério Público em ação penal pública – no dia 25 de junho.  

A denúncia alega que a NF está sendo tratada com negligência, e pede para que as aulas sejam suspensas.  

Dos 53 cadetes, 7 foram contaminados e 32 estão com suspeitas. Todos foram liberados para recesso de 15 dias na sexta-feira, quando a maioria voltou para casa onde possuem familiares.

 
 

“Os alunos continuavam frequentando a estrutura da Academia, isto é, comparecendo fisicamente, mas assistindo à aula cada em seu notebook. Adotando, assim, uma modalidade tele-presencial, comparecendo na OPM única e exclusivamente para assistir à aula em seu notebook”, relata a denúncia encaminhada ao Ministério Público.

Os próprios alunos se organizaram, por meio de um aplicativo de mensagens, para enviar uma lista com a quantidade e identificação dos cadetes infectados junto à denúncia.  

Até a segunda-feira (10), a maioria da turma apresentava sintomas da Covid-19. Há relatos de alunos que moram com crianças, de que elas teriam apresentado resistência ao se alimentar, sem sentir o gosto da comida, um dos sintomas do coronavírus.

O retorno foi justificado pela Academia como necessidade para que os cadetes se familiarizassem com o cotidiano da Polícia Militar. Até o momento não houve pronunciamento do comando da academia.

 

Felpuda


Tropas de choque ligadas a alguns vereadores estão agitadas que só nas redes sociais na tentativa de desbancar a concorrência das “chefias” que querem porque querem. Querem a cadeira maior da Câmara Municipal de Campo Grande. A da presidência.

Segundo políticos mais antenados, trata-se do “segundo turno” das eleições do dia 15 de novembro, só que com apenas 29 eleitores.