Cidades

Desarmamento

Campanha disponibiliza telefone 194 para informações

Campanha disponibiliza telefone 194 para informações

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA

22/08/2011 - 10h51
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Mais uma opção para quem quiser participar da Campanha Nacional do Desarmamento 2011 – Tire uma Arma do Futuro do Brasil. O cidadão também pode tirar dúvidas e dar sugestões sobre a iniciativa por meio do telefone 194, a Central de Atendimento da Polícia Federal. A ligação é gratuita e pode ser feita das 7horas às 19h, de segunda a sexta-feira.

O objetivo da Campanha é sensibilizar a população e recolher o maior número possível de armas de fogo. Estudos como o Mapa da Violência 2011 mostram redução nos índices de criminalidade, principalmente no número de homicídios, no período de realização das campanhas anteriores.

Para facilitar o recolhimento, há quatro novidades na edição deste ano: o anonimato para quem entregar a arma; a inutilização do material no ato da entrega; a agilidade no pagamento da indenização (que pode ser sacada após 24 horas e em até 30 dias); e a ampliação da rede de recolhimento de armas.

Unidades da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal funcionam como postos de recolhimento. À medida que os estados se engajam na campanha, amplia-se a rede de coleta também com a participação de guardas municipais e organizações não governamentais.

porto murtinho

Imasul derrota parecer do Ibama e libera desmatamento de 7,3 mil ha

Em reunião realizada pelo Ceca na última sexta-feira, parecer do Ibama foi derrotado por 8 a 7 e voto do representante da Assembleia Legislativa foi decisivo

13/10/2026 09h57

Imagens de satélite de setembro indicam que o desmatamento já pode ter acontecido, mas a autorização nem havia sido aprovada

Imagens de satélite de setembro indicam que o desmatamento já pode ter acontecido, mas a autorização nem havia sido aprovada

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Apesar do parecer contrário para a liberação do desmatamento de 7.316 hectares da Fazenda Baguassu, no município de Porto Murtinho, o Conselho Estadual de Controle Ambiental (Ceca) aprovou, por 8 a 7, a liberação para a supressão de pouco mais de um terço da fazenda que tem 21.725 hectares em área de cerrado, próximo da região pantaneira.

A reunião do Ceca aconteceu na última sexta-feira (2) e o parecer que cobrava novos estudos e redução da área a ser desmatada foi elaborado pelo Ibama. Mas, o Imasul fez uma mobilização especial e conseguiu votos suficientes para derrubar o laudo, segundo um integrante do Conselho, composto por 16 representantes do poder público e da sociedade civil.

Segundo este conselheiro, que diz acompanhar o Ceca faz duas décadas, o resultado da votação favorável ao desmatamento foi completamente anormal e inédito. Até o representante da Assembleia Legislativa (Renato Câmara), que raramente comparece, participou da reunião às vésperas da eleição e seu voto garantiu a vitória àquilo que defendia o Imasul.

Inicialmente o fazendeiro havia solicitado autorização para desmatar 8.040 hectares, mas no meio do andamento do processo, que começou há mais de dois anos, esta área foi reduzida em quase 700 hectares.

De acordo com o projeto, a empresa vai investir quase R$ 35,3 milhões ao longo dos próximos três anos na retirada da vegetação nativa e na aquisição de insumos agrícolas e fertilização do solo. Parte das terras serão destinadas à agricultura e o restante, para criação de gado.

Mas, os técnicos do Ibama entenderam que áreas de brejo e próximas de nascentes seriam desmatadas e por isso exigiam alterações no projeto original. “Conclui-se pela devolução do processo à Diretoria de Florestas – DIFLO para reavaliação da área de supressão da vegetação, ampliando a proteção das áreas de preservação permanente associadas às nascentes e cursos d´’agua perenes e intermitentes, separando áreas brejosas do quantitativo das áreas de supressão, e da reserva legal”, diz trecho do parecer derrotado na reunião da semana passada.

Na sequência, o parecer técnico sugeriu a “realização de novo inventário florestal, excluindo as parcelas sobrepostas as áreas de reserva legal, formações florestais protegidas por lei federal e incluindo as mesmas áreas amostrais do levantamento florístico e fitossociológico, para certificação das fitofisonomias nas áreas de supressão da vegetação. Reanálise dos dados quantitativos de volumetria por espécies a ser autorizada para supressão da vegetação e inclusão para aproveitamento de material lenhoso espécies como Handroanthus impetiginosus (ipé roxo); Hymenaea courbaril (jatobá)”.

Diante disso, “voto pela não emissão da autorização ambiental, por necessidade de adequação do total da área a ser autorizada, considerando a inclusão de áreas de banhados na área de 7.316,9819 hectares e adequação do inventário florestal excluindo áreas amostrais na reserva legal da Fazenda Baguassu, Parte I e II, Porto Murtinho, MS”, concluiu o parecer elaborado pelo Ibama.

Apesar de os debates para autorização de desmatamento estarem acontecendo agora, integrantes do Ceca suspeitam que a supressão da vegetação já esteja acontecendo desde o começo do ano. A suspeita está baseada em imagens de satélite feitas em setembro deste ano e que estariam mostrando que a retirada da vegetação já está em curso e justamente por conta disso é que teria ocorrido a mobilização para barrar o parecer do Ibama.

Recorrência

A autorização para relativa ao desmatamento dos 7,3 mil hectares em Porto Murtinho é somente uma das tantas que estão sendo concedidas nas bordas do Pantanal e até no meio da planície, destaca um dos conselheiros do Ceca. 

Para o dia 12 de novembro, por exemplo, o Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (IMASUL) está convocando uma audiência pública para debater o possível desmatamento de área superior a 6 mil hectares da Fazenda Anacã do Corixão II, pertencente ao empreendimento privado Agropecuária Cerro Alegre LTDA.

Por se tratar da retirada de vegetação nativa em área superior a 1 mil hectares, o IMASUL determina que a concessão da licença para tal atividade seja debatida em audiência pública, conforme Resolução CONAMA nº 001/1986.

Conforme o Relatório de Impacto Ambiental (RIMA), realizado pela empresa KW Soluções em Engenharia e Meio Ambiente LTDA, a Fazenda possui uma extensão superior a 16 mil hectares, e a previsão de desmatamento é de 6 mil hectares desse total.


 

VENDAVAL

Tornado em Amambai destelha casas e deixa parte do município sem energia

A Defesa Civil e o Corpo de Bombeiros distribuíram lonas para cobrir provisoriamente as residências danificadas

13/10/2026 08h45

Força do vento derrubou árvores, fios e destelhou casas em Amambai

Força do vento derrubou árvores, fios e destelhou casas em Amambai Divulgação: Prefeitura de Amambai

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Um tornado com chuva forte e rajadas de vento provocou estragos em Amambai na tarde de segunda-feira (12). Devido ao destelhamento de casas, a prefeitura disponibilizou de 15 a 20 rolos de lona para diminuir os danos. Além disso, uma parte da cidade ficou sem energia elétrica.

A Defesa Civil e o Corpo de Bombeiros Militar confirmaram que tratava-se de um tornado, mas que não tocou o solo.

Segundo a Defesa Civil e o Corpo de Bombeiros, os danos mais intensos ocorreram no Conjunto Habitacional Caiuás e na região da saída para Coronel Sapucaia. Também houve destelhamentos na Vila Limeira e no Residencial Bonito.

A Defesa Civil e o Corpo de Bombeiros prestaram apoio às famílias, com distribuição de lonas para cobrir provisoriamente as residências danificadas. O material também ficou disponível no quartel dos bombeiros para atender novos pedidos. Segundo a corporação, não houve registro de feridos.

Além da distribuição de lonas para a cobertura emergencial de residências destelhadas, também acontece a remoção de árvores caídas e a desobstrução de vias públicas, contribuindo para a segurança e a circulação de veículos e pedestres.

As equipes também identificaram pontos com fiação elétrica danificada, que ofereciam riscos à população, e acionaram a concessionária Energisa para as providências necessárias. Além disso, foram realizadas sinalizações em locais de risco e orientações aos moradores sobre os cuidados necessários após o temporal.

Registros de chuvas

De acordo com o levantamento feito pelo meteorologista Natálio Abrahão, as chuvas em Amambai tiveram um acumulado de 20,8 mm de ontem para hoje (13). O sul do Estado está nublado com chuva e deve avançar para a região central sudeste e leste até a tarde.

Há alerta para mudanças significativas de tempo hoje, principalmente a tarde, com pancadas de chuvas, trovoadas e raios no centro sul do Estado. Campo Grande, Sidrolândia, Maracaju, Rio brilhante, Dourados, Ponta Porã são os municípios que estão sob alerta. 

As condições no centro-sul, sudeste e leste devem aumentar para nublado com pancadas de chuva moderada a forte nesta terça-feira (13).

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