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TRÂNSITO

Em 2020, Campo Grande registrou 8.360 acidentes no trânsito e 76 mortes

Motocicletas lideram os acidentes fatais; homens continuam como o maior número de vítimas
24/12/2020 14:30 - Rafaela Moreira


Neste 2020 atípico, Campo Grande registrou 76 mortes no trânsito, e mais de 8.360 acidentes, de acordo com levantamento do Batalhão de Polícia Militar de Trânsito (BPTran). 

De acordo com o Tenente-Coronel PM, Marcelo Cansanção, a falta de atenção dos motoristas, dirigir em alta velocidade ou alcoolizado, lideram a lista dos problemas. 

“Os acidentes ocorrem pelo desrespeito a sinalização, nós pedimos para que todos que utilizam o trânsito tenha cuidado. Para os condutores de veículos e motocicletas, é necessário transitar sempre em velocidade compatível com a via, em Campo Grande não existe nenhuma via que seja permitido andar acima de 50 km/h, nessa velocidade é muito mais fácil controlar veículo no caso de uma adversidade ou algum erro”, destacou Cansanção. 

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Motocicletas lideram os acidentes fatais, e os homens continuam sendo o maior número de vítimas. Utilizar capacete adequado, vestuário resistente e prestar muita atenção na sinalização estão entre as recomendações do BPTran. 

Em relação ao mesmo período do ano passado, houve uma queda de 4,32% nas mortes por acidentes de trânsito. “Tivemos uma pequena redução, no entanto, o nosso objetivo é a cada dia reduzir mais esses números, por meio de fiscalizações e operações, intensificando a nossa ação presença, para levar a população uma sensação de segurança maior no trânsito”, afirmou o Tenente-Coronel.  

Conforme o Marcelo Cansanção, a pandemia causou mudanças até mesmo no trânsito da Capital, nos primeiros meses de isolamento, as pessoas ficaram mais contidas nas ruas, mas após alguns meses, o trânsito normalizou, e mais acidentes foram registrados. 

“No início da pandemia houve uma diminuição do fluxo de pessoas transitando pelas ruas de Campo Grande, essa fase durou os dois primeiros meses, e logo após as flexibilizações, o fluxo foi normalizado, e os acidentes voltando a acontecer”, destacou Cansanção.