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Concurso para Ibama e ICMBio Oferece 810 Vagas

As vagas oferecem oportunidades para os cargos de analista administrativo e analista ambiental. Ambos exigem nível superior de escolaridade.

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O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) preparam novos concursos públicos. Serão oferecidas 810 vagas, mas os salários ainda não foram divulgados. No último concurso, realizado em 2022, era oferecida remuneração inicial a partir de R$ 8.547,64.

As vagas oferecem oportunidades para os cargos de analista administrativo e analista ambiental. Ambos exigem nível superior de escolaridade.

Para o Ibama, são oferecidas 460 vagas. Entre elas, 330 serão direcionadas ao cargo de analista ambiental e 130 ao de analista administrativo.

Já o ICMBio oferece, ao todo, 350 vagas, sendo 230 delas para o cargo ambiental e 120 aos que desejam ocupar a função administrativa.

Os responsáveis pela realização do concurso são os próprios institutos, que contam com o prazo de seis meses para a publicação do edital.

O prazo de antecedência mínima exigida entre a publicação do edital e a realização da prova do certame será de dois meses.

Segundo o Ibama, a divulgação de informações como a data de publicação do edital e da aplicação das provas só poderá ser divulgada após a contratação da banca organizadora.
Os concursos foram autorizados pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) e as portarias foram publicadas nesta sexta-feira (30) no Diário da União.

 

*Informações da Folhapress 
 

Ivinhema

Sem licitação, "Mais louco do Brasil" reajusta contrato de coleta de lixo em 199%

Reajuste é para coleta seletiva dos resíduos orgânicos e inorgânicos na área urbana do município

04/04/2025 11h15

Juliano Ferro

Juliano Ferro Foto: divulgação

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Sem passar por qualquer licitação, o prefeito de Ivinhema, Juliano Ferro Barros Donato (PSDB), autointitulado como “Mais louco do Brasil”, reajustou em 199%, o contrato de serviço de coleta de lixo do município distante 290 km de Campo Grande. 

O reajuste exponencial firmado junto à Coopercicla, cooperativa de catadores de materiais recicláveis foi oficializado no Diário Oficial do Estado (DOE) desta quinta-feira (4). Em 2024, o contrato de um ano entre as partes foi de 1.596.085,00, aproximadamente R$ 133 mil mensais, em contrapartida, o repasse que firma a renovação deste ano é de R$  4.775.758,20, pouco mais de R$ 397 mil/mês. 

“O objeto do presente contrato é a contratação de uma empresa especializada para gerenciamento integrado dos resíduos sólidos domésticos de Ivinhema-MS, educação ambiental porta a porta, coleta seletiva dos resíduos orgânicos e inorgânicos na área urbana, Distrito de Amandina, Glebas, Vila dos Pescadores, transporte dos resíduos segregados, processamento para logística reversa dos reutilizáveis e destino até a estação transbordo dos resíduos inservíveis (rejeitos)”, diz o documento assinado pelo prefeito. 

Com vigência de 12 meses, o contrato é válido até o dia 1º de abril de 2026 e pode ser prorrogado por mais 1 ano.  Cabe destacar que a empresa também prestou serviços ao município de Amambai. Por lá, os serviços chegaram ao custo de R$ 4.698.684,60.

À época, conforme o diário oficial da Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul (Assomasul), a empresa, contratada em 2022, contou com um reajuste contratual em abril do último ano, vínculo então vigente, que se encerrou no último dia 29. 

O Correio do Estado entrou em contato com o prefeito municipal de Ivinhema a fim de obter mais explicações sobre o reajuste contratual  junto a cooperativa, sobretudo para compreender a falta de licitação em todo o processo, entretanto, não obteve retorno até a publicação da matéria. O espaço segue aberto. 

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Cidades

Polícia mata 2 em operação para prender assassinos no sul de MS

Segundo a Polícia Civil, os investigados faziam parte de um grupo criminoso considerado extremamente perigoso, conhecido por empregar violência, ameaças e uso de armas de fogo durante a prática de roubos

04/04/2025 10h45

Polícia mata 2 em operação para prender assassinos no sul de MS

Polícia mata 2 em operação para prender assassinos no sul de MS Divulgação

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Na manhã desta sexta-feira (4), as Polícias Civil e Militar deflagraram uma operação conjunta para o cumprimento de mandados de prisão e de busca e apreensão contra suspeitos de envolvimento em dois homicídios registrados no mês de março, em Ponta Porã (MS). A ação resultou na morte de dois indivíduos durante confronto.

Os alvos principais da operação eram Caio Alexandre Aranda Benitez, de 29 anos, e Edson Rodrigo Garcia, investigados pelos assassinatos de Mauritoni Gleberson da Silva, ocorrido no último dia 24, e de Rosangela Ojeda de Souza, morta dois dias depois.

Durante a abordagem, um dos suspeitos reagiu e efetuou disparo contra a equipe policial, que respondeu e atingiu o autor. Em seguida, outro homem armado com uma espingarda calibre 12 foi avistado e também entrou em confronto com os agentes. 

Ambos foram baleados, socorridos e encaminhados para atendimento médico, mas não resistiram aos ferimentos.

Os dois indivíduos mortos foram identificados como Caio Alexandre Aranda Benitez e Alan Cristaldo Romero, de 19 anos. Contra Caio havia um mandado de prisão em aberto relacionado aos homicídios investigados. Já o segundo indivíduo era investigado por participação, ao lado de Caio e outros comparsas, em um roubo ocorrido no início de março.

O terceiro alvo da operação, Edson Rodrigo Garcia, não foi localizado e é considerado foragido. As autoridades seguem com as diligências para efetuar a prisão e esclarecer as circunstâncias dos crimes.

Segundo a Polícia Civil, os investigados faziam parte de um grupo criminoso considerado extremamente perigoso, conhecido por empregar violência, ameaças e uso de armas de fogo durante a prática de roubos.

A equipe da Perícia Científica foi acionada e realizou os levantamentos no local do confronto. As investigações continuam.

Homicídios

Conhecido como “Toni”, Mauritoni Gleberson da Silva de 33 anos, foi executado a tiros no bairro Residencial I, em Ponta Porã, ele estava sendo investigado por aplicar golpes financeiros em pelo menos duas empresas da região, incluindo uma de monitoramento eletrônico onde ele trabalhava.

De acordo com informações do portal Dourados Agora, Mauritoni ocupava o cargo de responsável por cobranças e vendas na empresa de monitoramento e utilizava o posto para desviar valores pagos por clientes.

Ele recebia diretamente as quantias referentes a mensalidades e vendas de produtos, mas não repassava os valores para a empresa, alegando falsamente que os pagamentos não haviam sido realizados. A prática teria durado cerca de seis meses, causando um prejuízo estimado em mais de R$ 17 mil.

Em outra situação, Toni recebeu um cheque no valor de R$ 2.376, que deveria ser usado para quitar uma dívida da empresa, mas se apropriou do valor ao repassar o cheque a um agiota. Questionado posteriormente, alegou que havia perdido a folha de cheque e não sabia do paradeiro do documento.

Conforme o jornal Dourados News, Rosangela Ojeda de Souza, namorada de Toni, foi encontrada dois dias depois em avançado estado de decomposição, na região de Jotabasso, zona rural da cidade. A vítima foi alvejada com múltiplos disparos de arma de fogo.

Cápsulas de pistola encontradas próximas ao local onde o corpo foi localizado reforçam a hipótese de execução. As investigações buscam esclarecer se a mulher foi morta em razão do relacionamento com Mauritoni ou se há outros fatores envolvidos.

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