Cidades

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Controle do carrapato em bovinos

Controle do carrapato em bovinos

Artigo

22/02/2010 - 03h31
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O carrapato-do-boi Rhipicephalus (Boophilus) microplus é um dos principais problemas do produtor, considerando que o Brasil é um país tropical e favorece a sua ocorrência durante o ano todo. Os prejuízos econômicos causados por este parasita ocorrem em diferentes graus, dependendo do nível da sua infestação associado a fatores fisiológicos dos bovinos. Assim, os prejuízos determinados pelo parasitismo do carrapato à pecuária bovina se enquadram nos danos decorrentes da ação direta, caracterizados por espoliação sangüínea e suas consequências, como anemia, prurido, irritação, quedas no peso e na produção dos animais, predisposição à instalação de miíases e desvalorização dos couros, inclusive levando a morte de animais. De forma indireta, constituídos, essencialmente, pela transmissão de agentes causadores de doenças, como a tristeza parasitária bovina e pelos gastos com a aquisição de medicamentos e de mão-de-obra especializada para o tratamento dos animais, além das perdas com os bovinos que vão a óbito, quando não adequadamente tratados. Os produtores, na sua maioria, combatem este parasita apenas aplicando produtos carrapaticidas nos carrapatos sobre os animais. Normalmente, a preocupação com o controle aparece quando o tratador dos animais observa uma grande população de carrapatos sobre os animais, neste momento os animais já estão sofrendo todos os efeitos de uma alta infestação parasitária e apresentando um baixo rendimento e, por outro lado, as pastagens também já possuem uma carga alta de carrapatos. Os carrapatos são tratados de acordo com os critérios e as conveniências do produtor. Esta ação, muitas vezes realizada de forma incorreta, tem acarretado em contaminação ambiental, dos produtos de origem animal (leite e carne) e intoxicação da pessoa que aplica o carrapaticida. O controle do carrapato não acontece e ainda ocorre a disseminação da resistência das populações de carrapatos aos carrapaticidas e aumento crescente dos prejuízos econômicos. Informações sobre o ciclo de vida do carrapato, suas relações com as variações de temperatura e umidade, manejo das pastagens são essenciais para escolha do produto adequado a ser utilizado no controle dos carrapatos e melhor época para aplicá-los, da maneira mais correta e o menor número de vezes possível, ou seja, um controle estratégico. A resistência dos carrapatos em relação aos carrapaticidas disponíveis no mercado constituise em motivo de permanente preocupação a todos aqueles setores (produtores, indústria, organismos oficiais, técnicos) envolvidos com o controle desses parasitos dos bovinos, uma vez que, instalada a resistência a um determinado produto ela também ocorrerá para produtos da mesma família ou grupo químico. A necessidade de prolongar a vida dos carrapaticidas disponíveis no mercado e cidas a detecção de genes resistentes em uma população para erradicá-los tendo como conseqüência a racionalização do uso de produtos químicos acaricidas, fez a Embrapa Gado de Corte em parceria com a Agraer elaborarem o projeto “Monitoramento da resistência do carrapato Rhipicephalus (Boophilus) microplus a carrapaticidas em bovinos nas bacias leiteiras de Mato Grosso do Sul”. Serão realizados exames laboratoriais para determinação da eficiência dos produtos carrapaticidas (Biocarrapaticidograma) e disponibilizadas orientações técnicas visando conscientizar os produtores para o uso correto de carrapaticidas em bovinos leiteiros, com ênfase na presença de resíduos de carrapaticidas nos produtos de origem animal em função da sua gravidade para a saúde humana. A disseminação da informação sobre a situação da resistência, envolvendo intercâmbio entre laboratório e campo, produtores, técnicos e pesquisadores, é fundamental para que os resultados e as recomendações possam atingir efetivamente o seu alvo. Manter o produtor informado, bem como os técnicos que desenvolvem atividades diretamente no campo, deve ser uma tarefa permanente de todos aqueles setores interessados no controle adequado dos carrapatos dos bovinos.

Capital

Após bebedeira com amigos, jovem é atingido por tiro enquanto dormia em veículo

Em depoimento, o jovem relatou que os amigos estavam alcoolizados e ele decidiu dormir no veículo, momento em que foi atingido por tiros.

14/07/2024 18h30

Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário/ Depac Cepol

Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário/ Depac Cepol Divulgação/

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Um jovem de 20 anos foi socorrido para o hospital na manhã deste domingo (14), após ser atingido por um tiro enquanto dormia dentro de um veículo na região do Bairro Centro-Oeste, na zona sul de Campo Grande.

Conforme o registro da ocorrência, a vítima relatou aos militares que estava bebendo com amigos, decidiu entrar no veículo para ir embora e acabou dormindo.

Ainda durante o interrogatório, o jovem disse que os amigos com quem estavam, estariam alcoolizados. 

Neste momento, dois homens teriam passado na rua e efetuado disparos de arma de fogo e depois fugiram do local. Os tiros acertaram a região lombar da vítima.   

As equipes da Polícia Civil e investigadores da Delegacia de Homicídios estiveram no local. O carro onde a vítima estava passou pela perícia e também foi encaminhado a delegacia. 

De acordo com o depoimento do jovem, ele disse aos policiais que não teria interesse nas investigações. 

Mesmo com a vítima não querendo que o caso seja investigado, o caso foi registrado na  Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitária) do Cepol (Centro Especializado de Polícia Integrada) como homicídio na forma tentada.

Casos de homicídios em Campo Grande 

Conforme informações da Sejusp (Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública), foram 61 casos de homicídios em Campo Grande. Em Mato Grosso do Sul, foram 180 registros nesses primeiros sete meses. 
 

 

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CLIMA

Sul do estado ainda terá baixas temperaturas durante a semana

Ponta Porã pode registrar mínima de 7º graus nesta segunda-feira (15)

14/07/2024 18h30

Temperatura só deve subir na próxima quarta-feira (17)

Temperatura só deve subir na próxima quarta-feira (17) Arquivo Correio do Estado

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O cenário de frio e baixas temperaturas deve permanecer em algumas cidades de Mato Grosso do Sul nesta semana, conforme informações divulgadas pelo Inmet (Instituto Nacional de Meterologia). Na fronteira com o Paraguai, a cidade de Ponta Porã pode registrar mínima de 7ºC.

Em Dourados, também no sul do Estado, está prevista temperatura mínima de 8ºC nesta segunda-feira (15). Os termômetros em Mato Grosso do Sul apresentaram queda nos últimos dias, devido a uma massa de ar polar que foi trazida pela passagem de uma frente fria.

O frio também não poupou outros municípios do estado neste fim de semana. Em Amambai, os moradores enfrentaram 8°C, enquanto em Laguna Carapã, a mínima foi de 9,8°C. Outras cidades como Sete Quedas também seguiu essa tendência, registrando 6,3°C.

Em Naviraí, Nova Andradina e Ivinhema a semana deve continuar registrando baixas temperaturas. Ambas as cidades terão mínima de 10ºC e a máxima não passa dos 22ºC. 

Na Capital 

De acordo com o portal Clima Tempo, a previsão do tempo para Campo Grande indica baixas temperaturas nos próximos dias. A mínima nesta segunda-feira (15), será de 10ºC pela manhã e ao longo do dia, 22ºC. 

A previsão aponta Sol com algumas nuvens e com pouca probabilidade de chuva. O Sol deve aparecer durante o dia, sem nuvens no céu e com aumento de nebulosidade à noite.

Neste domingo (14), a Capital de Mato Grosso do Sul registrou mínima de 9ºC, com sensação térmica de 5ºC. Conforme o Inmet, o tempo só deve manifestar temperaturas mais altas a partir de quarta-feira (17).  


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