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CAPITAL

Empresa vai recuperar gabiões do Córrego Prosa por R$ 1,2 milhão

Relatório apontou que desgaste da estrutura foi causado pelo longo período sem manutenção
07/06/2020 15:11 - Adriel Mattos


A prefeitura de Campo Grande contratou via licitação, na semana passada, a empresa Conservil Construções e Serviços para executar obras de recuperação de cinco trechos do gabião no Córrego Prosa, nas avenidas Fernando Corrêa da Costa e Ricardo Brandão, entre as Ruas José Antônio e Nova Era, e dentro do Parque das Águas, na Chácara Cachoeira. Serão investidos R$ 1,2 milhão, redução de 12,11% sobre o preço de referência previsto no edital, que era de R$ 1,3 milhão.

O projeto prevê a reconstrução de paredes do gabião danificadas ao longo do tempo, do piso de concreto feito sobre pedra rachão, além da construção de passeio público e urbanização. Levantamento da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços (Sisep) identificou quase 100 metros de gabião danificados, consequência de 15 anos sem manutenção.

Um dos problemas identificados foi o processo de “oxidação” (ferrugem) de parte dos arames decorrente do contato com a água. Com isto, as gaiolas se abrem e a correnteza leva as pedras, derrubando os muros, segundo relatório de técnicos da Sisep.

Serão implantados 699 metros cúbicos de muro, com trechos em que haverá reconstrução, com enchimento das gaiolas com pedra rachão, envolvidas com lona geotêxtil para filtrar a areia que desce junto à enxurrada.

Está programada ainda a instalação de drenos a cada 2 metros para o escoamento das águas pluviais. A lona e os drenos, segundo a Sisep, reduzirão a pressão sobre a parede de proteção das margens do córrego.

O projeto contempla também, o plantio de 1.100 mudas, controle de pragas e formigas, além da implantação de 560 metros de cerca na Praça da Águas, ações previstas no Projeto de Recuperação de Área Degradada (PRAD).

 
 

Felpuda


Figurinha carimbada ganhou o apelido de “biruta”, instrumento que indica direção do vento e, por isso, muda constantemente. Dizem que a boa vontade até existente ficou no passado, e as reclamações são muitas, mas muitas mesmo, diante das decisões que vem tomando a cada mudança de humor do eleitorado. Como bem escreveu o poetinha Vinicius de Moraes: “Se foi pra desfazer, por que é que fez?”.