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PANDEMIA

Estudantes do município continuam sem aulas até setembro

Medida é devido ao aumento de casos da Covid-19
29/07/2020 10:49 - Glaucea Vaccari


Assim como o governo do Estado, Prefeitura de Campo Grande também prorrogou a suspensão das aulas presenciais nas escolas municipais para até o dia 7 de setembro.

Decreto foi publicado na edição de hoje do Diário Oficial do Município.  

As aulas presenciais da Rede Municipal de Ensino (Reme) estão suspensas desde o dia 18 de março deste ano.

Conforme a prefeitura, a prorrogação suspensão das aulas é uma das medidas de enfrentamento à situação de emergência em saúde pública, com objetivo de evitar a disseminação da Covid-19, principalmente pelo aumento e casos e ao inverno, quando há aumento de doenças respiratórias.

Segundo o Executivo municipal, escolas continuarão disponibilizando materiais com conteúdos curriculares aos alunos do ensino fundamental e Educação de Jovens e Adultos (EJA), e cadernos de experiência direcionados aos alunos do berçário.

Também continuam as aulas remotas via internet e televisão aberta.

As unidades escolares continuam em funcionamento administrativo, com servidores trabalhando em sistema de rodízio.

 
 

Medidas

Para o possível retorno das aulas presenciais, a Secretaria Municipal de Educação (Semed) está elaborando plano de biossegurança e têm feito aquisições de equipamentos de proteção individual (EPIs) para entregar aos 108.885 alunos e profissionais da área.

Secretaria também está criando uma comissão com vários órgãos para dar prosseguimento ao plano, que inclui integrantes das secretarias de  Educação, Saúde, Meio Ambiente e Gestão Urbana, Gestão, Finanças e do Legislativo, com membros da Comissão de Educação da Câmara.

Após a finalização do documentos, serão definidas as mudanças estruturais que precisarão ser feitas nas 94 escolas da Rede municipal. 

 

Felpuda


Questão de família acabou descambando para o lado da política, e a confusão já é do conhecimento público. 

A queda de braço tem como foco a troca de apoio político que, de um, foi para outro. Sem contar as ameaças de denúncia da figura central do imbróglio. 

A continuar assim, há quem diga que nenhum dos dois candidatos a vereador envolvidos na história conseguirá ser eleito. Barraco é pouco!