A praça mais central de Campo Grande, a Ary Coelho, passará por uma obra de revitalização a partir da próxima semana. A ordem de serviço autorizando o início dos trabalhos foi assinada na manhã deste sábado (20), pelo prefeito Nelson Trad Filho. A obra é um antigo anseio da cidade como um todo, uma vez que o local sempre foi palco de manifestações culturais, políticas e de diversas lutas da sociedade campo-grandense ao logo de sua existência.
“Por aqui, passam diariamente de 15 mil a 20m mil pessoas. Na minha primeira gestão, nós fizemos pequenas intervenções na praça, mas ela precisa de um projeto diferenciado. E o autor do projeto colocou emoção no seu trabalho, pois ele morou aqui e, por isso, sabe o que a Ary Coelho representa para a cidade”, citou Nelsinho durante a solenidade de assinatura da ordem de serviço. O projeto está orçado em R$ 2,1 milhões.
Às pessoas presentes ao ato, o prefeito informou que a Praça Ary Coelho mudará seu perfil, tendo hora para abrir e fechar. “Somente assim, poderemos zelar por ela. Não podemos deixar que os vândalos e os marginais ocupem este espaço. Há praças fechadas em várias cidades, como em Ssão Paulo, Rio de Janeiro e em Porto Alegre”, elencou Nelsinho. Segundo ele, depois que a obra for concluída, a prefeitura por meio do Planurb irá buscar um parceiro para firmar convênio no Programa de Parceria Municipal.
Para o deputado federal Luiz Henrique Mandetta, presente ao ato, de um modo geral todos os campo-grandenses têm uma história com a Praça Ary Coelho. “Na saúde, sempre que queremos chamar a atenção da população para algum tema importante, é aqui que o evento é realizado”, citou o parlamentar que, inspirado, desejou que “o chafariz volte a presenciar histórias de amor das gerações futuras, como muitas outras já presenciadas aqui”.
O ato de assinatura da ordem de serviço também contou com a presença do deputado federal Fábio Trad, dos vereadores Carlão, Herculano, Vanderlei Cabeludo e Mário César e do presidente da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande, Omar Aukar, além de moradores do entorno e frequentadores da praça.




