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CAPITAL

Obras no gabião de lago do Parque das Nações Indígenas vão custar R$ 617,8 mil

Reforma de decks no entorno de monumento já começou
06/05/2020 11:46 - Adriel Mattos


 

A Construtora Lyon venceu licitação na modalidade de tomada de preços e vai executar as obras de recomposição do gabião do lago maior do Parque das Nações Indígenas, em Campo Grande. O aviso de resultado foi publicado na edição desta quarta-feira (6) do Diário Oficial Eletrônico (DOE) de Mato Grosso do Sul.

Não foi divulgado o prazo para a execução da obra. O edital havia sido aberto em janeiro, como noticiou o Correio do Estado na época. O governo havia estimado o valor em R$ 656,6 mil.

Na peça inicial, estava prevista a troca da contenção que margeia o lago e da barragem do local.  Essa obra marca o fim do processo de desassoreamento do lago. Até lá, ele continuará com nível de água abaixo do normal.  

DECKS

Começaram na semana passada as obras de construção da nova passarela para o monumento Cavaleiro Guaicuru. Por R$ 109,3 mil, a obra deve durar três semanas. O nível do lago principal será baixado para fixar as pilastras que sustentarão a passarela. A estrutura manterá os visitantes distantes a cinco metros do monumento, permitindo que seja fotografado.

A passarela do Cavaleiro Guaicuru terá extensão de 14 metros e depois se abre em Y, com 5 metros para cada lado, envolvendo a ilha. Essa estrutura possibilita que os visitantes tenham uma visão perfeita do monumento por vários ângulos. As pilastras são de madeira de eucalipto tratado e o assoalho de ripas de curupixara, própria para construção de decks.  

HISTÓRICO

O processo de desassoreamento dos lagos do Parque das Nações começou com a retirada de sentimentos do lago. Esta parte foi feita pela Prefeitura de Campo Grande. No total foram retirados 135 mil metros de areia, numa operação que exigiu 12.500 viagens de caminhão até o local de descarte, nos fundos do Centro de Triagem e Encaminhamento do Migrante e População de Rua (Cetremi), no Parque dos Poderes.

Do lago principal, que se espalha por 5 hectares, foram retirados aproximadamente 115 mil metros de cúbicos de areia, o que exigiu 11 mil viagens de caminhão. O trabalho no lago menor durou 15 dias, onde foram retirados 15.474 metros cúbicos de areia, exigindo 1.500 viagens de caminhão.

A recuperação dos lagos do Parque das Nações Indígenas exigiu investimento de R$ 8 milhões, recurso da prefeitura (R$ 5 milhões) e do Governo do Estado (R$ 3 milhões). O projeto inclui a construção de um piscinão no Córrego Réveillon, na esquina das avenidas Mato Grosso com Hiroshima; obras de controle de erosão e recomposição vegetal das margens do Córrego Joaquim Português; e implantação de uma comporta de regulação do nível do lago.

 

Felpuda


Como era de se esperar, as pesquisas mexeram nos ânimos de candidatos, principalmente daqueles que apareceram com índices pífios.

E assim, muitos deles certamente darão novo rumo às suas campanhas eleitorais.

A maioria, é claro, tenta mostrar otimismo, e o que mais se ouve por aí é que “agora o momento será de virada”.

Como disse atento e irônico observador: “Tem gente por aí que poderá virar, sim. Mas virar gozação!”. Ui...