Cidades

SAIDEIRA

Polícia fecha comércio de whiskey falsificado em Campo Grande

Distribuidora localizada no Jardim Centro Oeste utilizava garrafas originais, mas com conteúdo adulterado

Continue lendo...

A Polícia Civil, em conjunto da Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Contra as Relações de Consumo (DECON prendeu três pessoas  acusadas de vender bebidas alcoólicas falsificadas.

A prisão ocorreu ontem (20) pela manhã, no bairro Jardim Centro Oeste, em Campo Grande (MS). Na ocasião, os responsáveis pelo comércio - uma mulher de 38 anos e dois homens, de 44 e 21 anos - foram presos em flagrante pela equipe policial. 

De acordo com a polícia, o grupo utilizava garrafas originais, mas com conteúdo adulterado, com selos e lacres falsificados.  A suspeita da falsificação foi confirmada após uma análise solicitada pela Polícia Civil, que entrou em contato com uma exportadora de bebidas e pediu para que fizessem a análise. 

Após a confirmação, foi solicitado o  mandado de busca e apreensão para os donos do comércio

Ao final da operação, foram apreendidas 76 garrafas de destilados falsificados e quatro veículos, entre eles: uma Hilux, um Prisma e uma van carregada de mercadorias falsificadas. O grupo também possuía um pequeno caminhão que utilizava para a distribuição dos produtos no comércio local. 

Além das bebidas, a equipe policial também encontrou 14g de maconha e R$ 69.800,00 (sessenta e nove mil e oitocentos) em dinheiro.

Conforme a polícia, os produtos serão enviados para à Receita Federal, que também receberá uma cópia do auto da prisão em flagrante para apurar o crime de descaminho. 

A pena para o crime de falsificação de bebidas pode variar de quatro a oito anos de reclusão.

Comércio ilegal

A venda de bebidas e outras substâncias fruto de descaminho são rotineiras na cidade. Ao final do mês passado, a Polícia Civil e a Secretaria Executiva de Orientação e Defesa do Consumidor (Procon/MS) apreenderam 3.460 maços de cigarro de origem estrangeira, cigarros eletrônicos, essência de fumo, fogos de artifício e 35 garrafas de bebidas alcoólicas com indícios de falsificação e descaminho durante fiscalização em estabelecimentos de Campo Grande.

Os produtos falsificados foram encontrados nos bairros Campo Nobre, Jardim Canadá, Jardim Centro Oeste, Jardim Presidente, Vila Palmira e Nova Lima. Ao final da operação, cinco pessoas foram autuadas pelo crime de contrabando. 

Denúncia 

Denúncias sobre falsificação de bebidas e outros produtos podem ser enviadas de maneira anônima para o Portal Secretaria Executiva de Orientação e Defesa do Consumidor (Procon MS) através do canal online de denúncias. Basta acessar : https://portalservicos.procon.ms.gov.br/canal-de-denuncias


Assine o Correio do Estado

Sentença

Em Campo Grande, homem é condenado à 16 anos por estupro

Os crimes ocorreram entre março e novembro de 2025 e foi cometido pelo avô da vítima

25/06/2026 09h30

Homem é condenado à 16 anos de prisão, por estupro de vulnerável

Homem é condenado à 16 anos de prisão, por estupro de vulnerável Foto: Divulgação / MPMS

Continue Lendo...

Em atuação do Ministério Público de Mato Grosso do Sul, por intermédio da 68ª Promotoria de Justiça de Campo Grande, determinou a condenação de homem à 16 anos e quatro meses de prisão por estupro contra a própria neta, de cinco anos. 

O crime classificado como estupro de vulnerável aconteceu entre os meses de março a novembro de 2025, na residência da familia na Capital. 

De acordo com os relatos, os familiares notaram uma mudança de comportamento na criança, que de forma espontânea revelou o que estava acontecendo. 

A vítima relatou que o avô entrava em seu quarto, enquanto a mesma estava assistindo desenho e começava a passar a mão em seu corpo em mais de uma ocasião. 

Ainda durante o período de abusos, o acusado teria tocado as partes íntimas da criança, abaixado sua roupa e praticado atos libidinosos sem conjunção carnal. 

Além dos relatos registrados pela mãe e pelo padrasto, o exame médico também constatou lesão recente na região genital, reforçando a materialidade do crime. 

Ao analisar todas as provas e relatos, a Justiça acolheu integralmente a denúncia do MPMS concluindo que todo o conjunto é coerente, levando em consideração a palavra da vítima, a relevância de crimes dessa natureza, além da versão confirmada pelo laudo e testemunhos. 

O réu foi condenado à 16 anos e 4 meses de prisão pelo crime de estupro de vunerável, que inicialmente serão cumpridos em regime fechado. Além dos anos de reclusão, ficou estipulado o pagamento de R$ 5 mil por danos morais. 

EXECUÇÃO

Atiradores matam dois jovens durante a tarde em Ponta Porã

Câmera de segurança registrou o momento que um carro para do lado do veículo das vítimas e, na sequência, um dos passageiros abre fogo contra os homens

25/06/2026 08h15

Execução aconteceu na Rua Dr. Hélio Brandão, no bairro Jardim Universitário, em Ponta Porã

Execução aconteceu na Rua Dr. Hélio Brandão, no bairro Jardim Universitário, em Ponta Porã Reprodução

Continue Lendo...

Dois homens foram mortos, na tarde desta quarta-feira (25), em Ponta Porã. As vítimas foram identificadas como Bruno de Lima Almeida, de 24 anos, e Fagner Junior Companhini, de 17 anos. Imagens de câmera de segurança mostram o momento que eles são atingidos por disparos, dentro do carro, na Rua Dr. Hélio Brandão, no bairro Jardim Universitário.

As gravações mostram as vítimas entrando no carro e, logo após, um outro veículo com os autores do crime se aproxima. Em seguida, um dos passageiros atira contra os jovens, efetuando diversos disparos. Após a ação criminosa, os suspeitos fugiram rapidamente.

Bruno de Lima Almeida morreu ainda no local. Fagner Junior Companhini chegou a ser socorrido e encaminhado para um hospital do município, porém não resistiu aos ferimentos e faleceu. 

A Polícia Civil de Ponta Porã instaurou inquérito para apurar as circunstâncias do crime, identificar os autores e esclarecer a motivação da execução.

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).