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IMPASSE ENTRE ESTADO E MUNICÍPIOS

Resende sugere que Mandetta faça mediação de negociações sobre bloqueio

Secretaria recomenda bloqueio total das atividades, mas municípios, como Campo Grande, estão relutantes
09/08/2020 12:02 - Fábio Oruê


Secretário Estadual de Saúde, Geraldo Resende, sugeriu que o ex-ministro da Saúde, o sul-mato-grossense Luiz Henrique Mandetta, faça a mediação da discussão sobre o bloqueio das atividades não-essenciais em Campo Grande para frear o avanço do coronavírus no Estado. A discussão sobre esta decisão envolve até a Defensoria Pública, que tenta dialogar em favor do bloqueio.

Em Campo Grande, apesar do aumento significativo dos casos diários, o prefeito Marcos Trad deixou a decisão nas mãos da Justiça, após a última reunião, que aconteceu na última sexta-feira (7). O resultado deixou praticamente tudo com estava. 

Resende então, em transmissão ao vivo neste domingo, disse que o trabalho que Mandetta exerceu a frente do Ministério faz dele uma boa opção para mediar as negociações. "Ele apontou diretrizes que foram seguidas por todos os secretários municipais de Saúde, todos os secretários estaduais e que fez com que nós tivemos, num primeiro momento, uma bela condução no enfrentamento da covid", disse ele.

“Acredito que ao chamá-lo para ser o porta-voz, como o mediador dessa contenda nós podemos encontrar caminhos”, opinou.

BOLETIM

De acordo com o boletim epidemiológico da Secretaria de Saúde de Saúde divulgado neste domingo, Mato Grosso do Sul possui 31.344 casos confirmados de coronavírus, dentre os 144.080 casos notificados.

Em 24 horas, foram contabilizados 637 novos exames positivos, sendo que deste total 441 casos são de Campo Grande. Atualmente, 508 pessoas estão internadas, mais 6 de outros estados, sendo 298 em leitos clínicos e 216 leitos de UTI.

 

 
 

Felpuda


Os bastidores fervem com a ciumeira que vem acontecendo em alguns municípios, onde determinados candidatos estariam sendo mais prestigiados que outros depois das alianças que foram formalizadas nas convenções. As queixas só aumentam, e as lideranças partidárias já não sabem o que fazer, temendo a possibilidade de que a vitória vá para o ralo. A bronca maior está entre integrantes das chapas puras de vereadores que se coligaram na majoritária. E salve-se quem puder!