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MAPA

Sem renovação do Ministério da Saúde, MS perde leitos de UTI exclusivos para Covid-19

Secretário diz que Ministério da Saúde leva em conta taxa de internação para desabilitar os leitos
28/10/2020 09:31 - Glaucea Vaccari


Mato Grosso do Sul perdeu 15 leitos exclusivos para tratamento da Covid-19, conforme aponta atualização do mapa hospitalar, publicada hoje no Diário Oficial do Estado.

Conforme a publicação, o Estado passa a contar com 354 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e 718 leitos clínicos. Anteriormente, eram 369 leitos UTI.

O Mapa Hospitalar de leitos clínicos e de UTI faz parte do Plano de Contingência para Infecção Humana do Covid-19 em Mato Grosso do Sul.

Além dos leitos na rede pública, o Estado conta com leitos de retaguarda no enfrentamento à doença, sendo 90 clínicos e 10 UTIs na Santa Casa e 18 de UTI no Hospital de Câncer Alfredo Abrão.

Secretário estadual de Saúde, Geraldo Resende, afirma que a diminuição é porque o Estado teve leitos de UTI que não foram renovados pelo Ministério da Saúde em alguns municípios.

“O Ministério da Saúde está levando em consideração, a taxa de ocupação dos leitos que seja maior que 50%, aqueles a menor, não estão sendo renovados”, explicou.

Resende afirma ainda que a Secretaria de Saúde (SES) está fazendo ações para manter os leitos de UTI por mais tempo.

“Mesmo porque, em algumas cidades e regiões do Estado, a taxa de ocupação tem crescido muito”, pontuou.

Para o financiamento de leitos habilitados, Ministério da Saúde repassa R$ 1,6 mil para os municípios, com aporte de valores por parte do Estado e Municípios.

Conforme o último boletim epidemiológico da Covid-19, divulgado na terça-feira (27), Mato Grosso do Sul tem 294 pessoas internadas, sendo 154 em leitos clínicos e 142 em UTIs.

Taxxa de ocupação é de 64% na macrorregião de Campo Grande, 57% em Dourados, 37% em Três Lagoas e 64% na macrorregião de Corumbá.

 
 

Felpuda


Comentários ouvidos pela “rádio peão”, em ondas curtas, são de que figurinha só ganharia apoio dos colegas caso pessoa agregada fosse “curtir a aposentadoria” de uma vez por todas. Como seu acordo político acabou naufragando nesta campanha, agora dito-cujo estaria querendo recuar e não ceder o lugar. 

Isso até poderia acontecer, se não fosse a sua, digamos, eminência parda. Afe!