Quando o diretor David Fincher (Clube da Luta) anunciou que faria um filme sobre o Facebook, houve quem torcesse o nariz. Mas a verdade é que ele tinha uma baita história em mãos. Mark Zuckerberg, fundador da rede social, era apenas um calouro em Harvard quando criou um site onde as pessoas pudessem se relacionar com seus amigos. Foi sucesso imediato. Tanto que ele logo foi acusado de plágio por dois colegas, os gêmeos Winklevoss. Quando o brasileiro Eduardo Saverin, co-fundador e ex-melhor-amigo de Zuckerberg, foi cortado da empresa, Mark tomou outro processo. O filme, aliás é baseado na versão de Saverin dos fatos. O resultado é um blockbuster cheio de intrigas, traições e diz que diz – que rendeu a Zuckerberg o honroso (e infame) apelido de Cidadão Kane do nosso tempo.
Quatro marcos do Faceboook que mudaram também a sua vida:
É NAMORO OU AMIZADE?
Muito mais do que nome e idade, os usuários do Facebook querem mesmo saber se aquele/a colega está disponível ou não. E assim criou-se a ferramenta que mais causou crises conjugais da história: o status de relacionamento.
FOTOS PARA TODOS

No começo, era só a imagem do perfil. Mas 2006 o número de fotos por usuário ficou ilimitado. Se até então imagens de bebedeiras ficavam escondidas, agora até a mais santa das meninas exibia porres públicos.
COLUNA SOCIAL
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Quando a página inicial do Facebook virou mural de notícias (Feed), em 2006, o mundo inteiro se transformou em uma vila de fofoqueiras. “Olha quem casou” ou “não acredito que ele fez isso”: ninguém escapa da crítica pública.
SEPARATISMO
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No início, só Harvard podia entrar. Mas, quando o acesso foi liberado, apenas universitários entraram – imigrantes e classes baixas não. No Brasil foi igual: quando o Orkut se popularizou, os “antenados” (ricos?) migraram pro Facebook.