Por meio de oficinas de cinema, vídeo, fotografia, teatro, dança e outras formas de arte, jovens da Reserva Indígena de Dourados encontraram formas de preservar e discutir a própria cultura, retratando problemas sociais como o suicídio, a violência e as questões de identidade. Promovidas pela organização não-governamental Ação dos Jovens Indígenas de Dourados (AJI) desde 2001, as oficinas foram reconhecidas pela 3ª edição do Prêmio Cultura Viva do Ministério da Cultura (MinC), que disponibilizou R$ 25 mil para o projeto. Este foi o único selecionado de Mato Grosso do Sul, numa divulgação feita semana passada.
“O dinheiro vai financiar um projeto de documentário que estamos produzindo sobre a violência nas aldeias, envolvendo jovens que estão fazendo ou já passaram pela oficina. É uma oportunidade bastante interessante, pois temos verba para investir neste trabalho”, descreve a jovem indígena Ana Claúdia de Souza, de 22 anos, que coordena as oficinas de fotografia e vídeo.
Ela participou de uma delas em 2005 e, desde então, se apaixonou pelo audiovisual.
Segundo Ana Cláudia, o projeto cresceu muito nos últimos cinco anos, atingindo atualmente cerca de 80 jovens da reserva. Quando os coordenadores souberam das inscrições para o Prêmio Cultura Viva, decidiram se inscrever e produziram um vídeo monstrando como funcionava o trabalho que a AJI realiza. “As ações que promovemos na aldeia ganharam importância entre os jovens. Receber o prêmio é uma prova de que estamos fazendo um bom trabalho”, pontua Ana Cláudia.
Correio B
DOURADOS
Projeto cultural é premiado pelo Cultura Viva
Projeto cultural é premiado pelo Cultura Viva
Diálogo
Prefeitos de Mato Grosso do Sul rasgaram o verbo para demonstrar toda a ira após... Leia na coluna de hoje
Leia a coluna desta quinta-feira (5)
05/11/2026 00h02
Prefeitos de Mato Grosso do Sul rasgaram o verbo para demonstrar toda a ira após... Leia na coluna de hoje Foto: Arquivo
representando ms
Idealizador do 'Tereré e Quadrinhos' vai pela 4.ª vez à FIQ em BH
Emmanuel Merlotti participa pela quarta vez do Festival Internacional de Quadrinhos de Belo Horizonte, um dos principais palcos para os produtores desse formato de histórias que buscam catapultar projetos
04/11/2026 10h07
correio b terere Emmanuel Merlotti participa pela quarta vez do Festival Internacional de Quadrinhos de BH / Acervo Pessoal
EXCLUSIVO PARA ASSINANTES
ASSINANTES