Uma sátira, uma brincadeira. É dessa maneira que a assessoria de imprensa da modelo Gisele Bündchen classificou a campanha "Hope ensina", cuja veiculação foi pedida para ser suspensa pela Secretaria de Proteção à Mulher (SPM). Ligada à presidência da República, a secretaria considerou a campanha abaixo, na qual nas situações apontadas como certas a modelo aparece vestindo apenas sutiã e calcinha, sexista.
"Em momento algum imaginamos que ofenderíamos alguém com tal campanha. Nos foi apresentada a proposta e consideramos que se tratava de uma sátira, uma brincadeira. Lamentamos que algo que era para ser divertido tenha tido outra interpretação", informou a assessoria da modelo, por meio de nota.