A cantora Donna Summer, morta na quinta-feira (17) por conta de um câncer no pulmão, dizia que os atentados de 11 de setembro ocasionaram a doença em seu corpo. Pelo menos foi o que parentes da estrela garantiram ao site 'TMZ'.
As “torres gêmeas” do World Trade Center foram construídas na década de 70 com mais de mil toneladas de amianto — metal considerado cancerígeno e que foi proibido nos anos 90 em vários países.
Com o atentado, em 2001, a cidade de Nova York foi tomada por uma nuvem de poeira tóxica, além de mais de 90 mil litros de combustível de jato dos aviões usados nos ataques.
Donna, que residia na cidade na época, era obrigada a pulverizar o local onde estava com desinfetantes e pendurar lençóis de seda em seu camarim para que a poeira não chegasse até ela.
Cristã, a cantora também defendia a ideia de que os ataques aconteceram por uma guerra de religião contra o cristianismo.
Com a morte da cantora, de 63 anos, seus entes queridos realizarão uma homenagem especial a ela. Eles farão um memorial para a “Rainha da Disco” no dia 23 de maio, em Nashville.
Ainda segundo a publicação, a cidade foi escolhida porque toda a família tem um carinho especial pelo lugar, desde que se mudaram para lá em 1994.