Com o aparecimento da internet e a segurança pessoal cada vez mais comprometida, a sociedade está se fechado em suas casas, tornando-se mais individualista. Conversas no portão e crianças brincando na rua são raridade nos grandes centros urbanos brasileiros. A desconfiança com o outro tem feito crescer o “eu” e diminuído o “próximo”. Mas ainda há pessoas que se preocupam com o bem-comum, principalmente na área da educação.
O professor Alberto Rigolo coordena a Escola de Esportes da Universidade Metodista de São Paulo. O projeto existe há 15 anos e tem como principal foco a formação cidadã de seus alunos. “De todos os que passam pela escola, apenas 1% deles tornam-se atletas profissionais. Escolhemos aqueles que se destacam para encaminhá-los nas modalidades esportivas. Outros quando saem se tornam advogados, engenheiros, etc.”, afirma o professor Rigolo. Ele também cita um exaluno que hoje é funcionário de uma grande companhia aérea.