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ESTÉTICA

Marcas inofensivas que chegam com a idade podem ser prevenidas, orienta médico

Marcas inofensivas que chegam com a idade podem ser prevenidas, orienta médico

Redação

22/06/2015 - 12h42

Quanto mais os anos passam mais evidentes ficam os sinais, na pele, no cabelo, na resistência física, no metabolismo e em outras partes do corpo. Uma marca que passa quase despercebida pela passagem do tempo  são as “verruguinhas” que aparecem no corpo. Elas podem aparecer em qualquer lugar, mas os mais comuns são nas dobras de pele no pescoço, axilas, pálpebras, seios e virilha, causando um efeito estético indesejável. O que poucos sabem é que a hidratação da região pode prevenir o surgimento.

No início, se parecem com um “carocinho” mole na pele. Com o tempo, ele vai crescendo e adquirindo a forma de uma bolinha presa à pele de coloração normal ou um pouco mais escura. Ao tocar nestas lesões, elas se mexem facilmente para frente e para trás, sem dor, porém podem ficar irritadas com o atrito.

O nome médico para essas lesões é acrocórdom, pólipo fibroepitelial ou fibroma mole. Na verdade não são verrugas, porque não são causadas pelo vírus HPV, e sim são projeções da própria pele e podem estar relacionadas com obesidade, diabetes ou resistência a insulina (pré-diabetes). 

A menos que seja removido, o acorcórdon dura a vida toda e podem ser múltiplos. A melhor forma de prevenir é evitar o excesso de peso e também tecidos ásperos ou bijuterias que fiquem arranhando a pele. Hidratar bem a região e protegê-la do sol também é fundamental, orienta o médico.

Muitas vezes porém a condição tem origem genética, mas é importante ressaltar que não vão se transformar em algo maligno. Mais comuns em mulheres, elas também podem aumentar durante a gravidez, onde tudo no corpo tende a crescer. Algumas vezes se essas lesões aparecem na gravidez elas somem sozinhas ou diminuem bem de tamanho depois do parto.

Por mais que estejamos tratando de algo que não comprometa a saúde, mas sim o visual, é bom lembrar que só podem ser retiradas por um médico.

Segundo o cirurgião-plástico Rafael Nunes, conhecido como doutor Laser, a retirada pode ser meio de aplicação de ácido, crioterapia (que é nitrogênio líquido aplicado na pele), bisturi ou laser. Todos são procedimentos rápidos que podem ser feitos no consultório médico.

"O que não pode é você tentar removê-las em casa, já que pode machucar, sangrar muito e até piorar o problema, sem falar no risco grande de causar uma infecção no local", alerta o especialista.

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