Lírio Parisotto, ex-companheiro de Luiza Brunet, se pronunciou na internet após o Ministério Público de São Paulo denunciá-lo por agressão.
No post, o bilionário voltou a negar as acusações. "Já que nunca agredi ninguém fisicamente, meu próximo objetivo será este", disse referindo-se à frase que o segredo da felicidade é não discutir com ninguém.
"Depois tentarei o Nirvana. Sinceramente não vou querer ver ninguém ser crucificado. Paz na terra às pessoas de boa vontade. Amém. Abraço fraternal a todos. É melhor ser rejeitado por ser sincero, do que ser idolatrado por mentir e ser hipócrita", continuou.
O executivo é acusado de bater na ex-modelo em pelo menos duas ocasiões: uma em dezembro de 2015, quando teria quebrado um dedo dela, e outra em maio deste ano, em Nova York, quando Luiza relatou que teve quatro costelas fraturadas.
As lesões foram confirmadas por laudos do Instituto Médico Legal.
Se a denúncia for aceita pela Justiça, ele corre o risco de pegar de 3 meses a 3 anos de prisão (por lesão corporal leve) ou de 1 a 5 anos de reclusão (por lesão corporal grave).
Em depoimento, Parisotto negou as acusações e disse que ele apenas se defendiadurante as brigas.
Nessa terça-feira, dia 26, a atriz também voltou a comentar o assunto. "Graças à luta de uma mulher - Maria da Penha - muitas outras estão buscando justiça. Não devemos calar", escreveu no Instagram.
O ex-casal assumiu o relacionamento em 2012, mas chegou a separar várias vezes ao longo dos últimos anos.
Apesar da denúncia, Brunet ainda mantém algumas fotos ao lado do empresário em suas redes sociais.
Leia a nota do Ministério Público na íntegra:
"O Ministério Público de São Paulo ofereceu denúncia nesta segunda-feira (25/7), contra o empresário Lírio Parisotto por prática de violência doméstica contra a atriz Luiza Brunet.
O promotor de Justiça Carlos Bruno Gaya da Costa relata na denúncia um caso de natureza leve, registrado em Nova York, em maio, e um segundo episódio, de natureza grave, em dezembro, no Brasil.
Se o empresário for efetivamente condenado na Justiça pelo crime, está sujeito a pena de 3 meses a 3 anos (lesão corporal leve) e a pena de 1 a 5 anos (lesão corporal grave)".