O que une o cotidiano de um diretor de escola, uma esteticista e um profissional autônomo? À primeira vista, talvez, alguns detalhes, mas, a partir de uma conversa mais demorada, logo aparece o ponto de intersecção mais forte entre eles, o amor pelas orquídeas.
Mesmo com rotinas diferentes, todos, em uníssono, dizem que os cuidados e a admiração pelas plantas, marcadas por cores e aromas facilmente identificáveis, estão integrados aos afazeres e compromissos.
Todos, a partir de hoje, participam da 11ª Exposição Nacional de Orquídeas de Campo Grande, que acontece no Círculo Militar – Avenida Afonso Pena, 107 – (ver matéria na página), com colecionadores e expositores de várias partes do Brasil.
Se na atualidade nutrem o mesmo afeto pelas plantas, no passado, cada um teve uma trajetória diferente no instante de se tornar orquidófilo.
No caso da esteticista Elaine Aguirre do Amaral, 41 anos, foi o pai quem a despertou para esse universo. “Ele tem um abacateiro na casa dele, no Nova Campo Grande, e uma orquídea, que ficava na árvore, era muito admirada, cheirava bem e chamava atenção. Foi a partir disso que comecei a ficar mais interessada”, conta.
(*) A reportagem, de Oscar Rocha, está na edição de hoje do jornal Correio do Estado.