Orcs, fadas, elfos e humanos convivendo numa Los Angeles do futuro. É nesse ambiente caótico e diversificado que vive Daryl Ward (Will Smith), um policial preconceituoso contra os orcs que é forçado a trabalhar com um novo colega, Nick Jakoby (Joel Edgerton), o primeiro orc a exercer tal função.
Apesar de ser essencialmente um filme policial, “Bright” ainda flerta com temas sociais bastante atuais, como o racismo. E algumas vezes até pende para comédia, muito graças aos problemas que surgem das conflituosas relações entre humanos e orcs – que são criaturas humanóides semelhantes a duendes grandes e fortes.
Orçada em 90 milhões de dólares, a superprodução da Netflix tem como principais atrativos a presença do diretor David Ayler (que também trabalhou em “Fury” e “Esquadrão Suicida”) e do protagonista Will Smith, duas vezes indicado ao Oscar, famoso por produções como “Um maluco no pedaço", “Eu, Robô”, “À procura da felicidade” e “Esquadrão Suicida” (primeiro trabalho dele dirigido por David).
Em entrevista no Comic Con Experience, evento que aconteceu no início de dezembro em São Paulo, o protagonista revelou que foi bastante intrigante ter que interpretar um policial negro racista.
Will ainda brincou com Joel a respeito do tempo que o colega orc demorava no processo de maquiagem. “Eu ficava dez minutos me maquiando e Joel ficava três horas. Ele passava tanto tempo como orc que, num dia que foi visitar o set, a equipe quase não reconheceu ele”, entregou. A equipe de maquiagem de “Bright” também participou de “Esquadrão Suicida”, inclusive ganhando o Oscar na categoria.
A trama de “Bright” gira em torno do conflito dos colegas policiais com uma elfa, Trikka (Lucy Fry), que possui uma varinha de condão capaz de realizar os desejos de quem a possui.
Para salvar a Terra, Jakoby e Ward terão que superar desavenças pessoais comuns aos habitantes dessa distópica Los Angeles. O filme estreia mundialmente dia 22 de dezembro, inclusive na Netflix brasileira.