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VIAGEM

Capitólio é região de Minas para aventura e ecoturismo

Capitólio é região de Minas <br>para aventura e ecoturismo

Bruna Aquino

20/12/2018 - 09h00

Se você é daqueles turistas que adora descansar onde há água em abundância, trilhas que levam a paisagens paradisíacas, com cânions e piscinas naturais, Capitólio deve ser sua próxima parada. Trata-se de um paraíso escondido no sul de Minas Gerais.

O cenário é composto por mais de 100 cachoeiras, que formam piscinas naturais com diferentes cores e tons de água. Além disso, os turistas que visitam o pequeno município podem desfrutar de diversos cânions, trilhas, rochas de quartzito e picos.

Encravada às margens da represa de Furnas, tendo como pano de fundo a Serra da Canastra, Capitólio tem uma população de 9 mil habitantes e fica distante 280 quilômetros de Belo Horizonte – de São Paulo, 450 km. As principais atrações por lá são atividades de aventura e ecoturismo.

A cidade mineira tem um quinto de sua área coberto pelas águas de Furnas. Para se ter uma ideia da dimensão da represa naquela região, seria possível colocar no local quatro Baías da Guanabara (RJ) inteiras, com a vantagem de ter águas limpas e piscosas.

Uma das cachoeiras que mais chamam atenção de quem visita Capitólio é a Casca d’Anta, com seus 180 m de altura. Ela é mais alta do que as Cataratas do Iguaçu, em Foz do Iguaçu (PR), que têm 80 m de altura.

As opções de lazer, privilegiadas pelos cenários da região, são compostas de vários tipos de passeios, como lancha, veleiro, caiaque e jet ski. No entanto, um dos melhores programas é navegar de chalana pela represa de Furnas, avistando belas quedas d’água e imponentes cânions. Os turistas podem apreciar, durante o percurso, as cachoeiras Paraíso Perdido (considerada uma das mais bonitas), Lagoa Azul, Filó, Funil, Águas Claras e Cascata.

PARAÍSO PERDIDO

O local merece um capítulo à parte para quem vai à região de Capitólio. Trata-se de um complexo turístico no meio da Serra da Canastra, com nada menos que oito cachoeiras, três ribeirões e 18 piscinas naturais.

Apesar do nome sugestivo, o Paraíso Perdido já foi bastante “achado” pelos ecoturistas. O apelido veio há cerca de 50 anos, quando dois viajantes de Ribeirão Preto encontraram, por acaso, uma região com natureza intocada distante das principais cidades de Minas Gerais. Os paulistas ficaram fascinados com a beleza do local, e o batizaram da forma mais original possível, já que realmente estavam perdidos.

Hoje, a estância turística fica em uma zona rural do município de São João Batista do Glória, a cerca de 310 quilômetros de Belo Horizonte. Tem excelente infraestrutura, com quiosques, trilhas sinalizadas, restaurante, energia elétrica e uma grandiosa área de camping com banheiros, mesas, churrasqueiras e barracas

 

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