O Instituto Inhotim é a sede de um dos mais importantes acervos de arte contemporânea do Brasil e é considerado o maior museu a céu aberto do mundo. Está localizado em Brumadinho (Minas Gerais), a apenas 60 quilômetros de Belo Horizonte, e foi reaberto no dia 9 de fevereiro, após ficar fechado, em luto pela tragédia do rompimento da barragem na região. Aberto em 2006, o museu pertence ao empresário Bernardo Paz, que fez fortuna explorando a mineração de ferro. Ele era dono da Itaminas, vendida em 2010 a um grupo chinês, por US$ 1,2 bilhão em valores da época. Muitas das obras expostas no Inhotim – são 700 – tratam da relação predatória das mineradoras. Paz foi casado com a artista plástica carioca Adriana Varejão e há 20 anos começou a se desfazer de sua valiosa coleção de arte modernista, que incluía trabalhos de Portinari, Guignard e Di Cavalcanti, para formar o acervo de arte contemporânea que agora está no Inhotim. A área de visitação do Inhotim tem 96,87 hectares e compreende jardins, galerias, edificações e fragmentos de mata, além de cinco lagos ornamentais, com aproximadamente 3,5 hectares de espelho d’água.
Em São Paulo, o Masp (Museu de Arte de São Paulo Assis Chateubriand) consagrou-se como cartão-postal da cidade e oferece uma coleção que é considerada a mais importante do Hemisfério Sul. Em seu acervo estão obras assinadas por artistas como Renoir, Rembrant, Botticelli, Velázquez, Ticiano, Degas e Manet em exposições permanentes, além das temporárias, que são sempre muito interessantes. O próprio prédio – projetado pela italiana Lina Bo Bardi – é uma obra de arte, símbolo da capital paulista, e seu vão livre tem mais de 70 m de comprimento que servem de espaço de convivência para feiras, manifestações e eventos.
O Metropolitan Museum of Art é a maior e mais popular galeria de arte dos Estados Unidos, em Nova York, com uma coleção permanente que cobre mais de cinco mil anos de arte, desde o Egito Antigo até obras americanas contemporâneas, passando por europeus, como Velázquez e Van Gogh. O prédio principal foi fundado em 1870 e está localizado no famoso Central Park. O preço para adultos de fora da cidade é 25 euros.
O Museu Nacional da China foi inaugurado em 1959. É reconhecido pelas diversas obras que contam um pouco sobre a história da cultura chinesa e as antigas dinastias. Com um acervo de aproximadamente um milhão de itens, o espaço conta com peças raras que incluem objetos de bronze e porcelana, além de artefatos de jade e ilustrações de época. Desde uma reforma e ampliação realizada em 2011, é o maior museu do mundo em extensão.
Localizado em Paris, o Museu do Louvre foi fundado em 1973 e é um dos mais renomados do mundo, com suas mais de 30 mil obras, entre as quais peças icônicas da antiguidade, como a “Vênus de Milo” e a “Vitória de Samotrácia”, e obras de pintores célebres do Renascimento, como Caravaggio, Botticelli e Da Vinci, incluindo a “Mona Lisa”. O seu nome deriva do edifício em que está sediado, o Palácio do Louvre, sede do poder da França até Luís 14, que se transferiu para o Palácio de Versalhes. Em 2017, foi inaugurada uma sede subsidiária do Louvre em Abu Dhabi, que, além da coleção permanente, receberá, de maneira rotativa, peças conservadas no museu parisiense. Existe ainda, desde 2012, uma sede em Lens, na França.
Fundando em 1753, o Museu Britânico (Londres) foi o primeiro grande museu público, gratuito, secular e nacional de todo o mundo. O espaço compreendia mais de 8 milhões de peças, incluindo artefatos culturais de todas as épocas e lugares do mundo. É ali que está, por exemplo, a famosa “Pedra de Roseta”, um material que contém uma inscrição bilíngue e que foi crucial para a compreensão moderna dos hieróglifos egípcios. Sua famosa e deslumbrante Sala de Leitura foi usada por figuras como Oscar Wilde, Karl Marx, Arthur Conan Doyle e Mahatma Gandhi.
Museus do Vaticano, assim mesmo, no plural, que já denuncia que a instituição é um conjunto de museus menores que reúnem a coleção de arte e de objetos históricos reunidos pelos papas ao longo de séculos. São mais de 70 mil peças, além de espaços como a Capela Sistina, com afrescos icônicos de Michelangelo, e as Stanze de Rafael, onde estão obras como “A Escola de Atenas”. Foi fundado em 1506, pelo papa Júlio 2º.
Inaugurado em 2001, o Museu de Ciência e Tecnologia de Xangai (China) é o caçula numa lista dos top 10. O espaço faz sucesso com 13 exposições interativas permanentes e quatro salas de cinema diferentes (Imax 3D Theater, o Imax Dome Theater, Iwerks 4D Theater e o Space Theater), onde adultos e crianças podem assistir a filmes ligados a ciências e outros assuntos relacionados à vida na Terra.
O Museu Hermitage, de São Petersburgo, é a metáfora perfeita da guinada que o czar Pedro, o Grande, pretendeu conferir à Rússia. Uma mudança visando o Ocidente, seus costumes, cultura e artes. O imenso complexo composto por seis palácios e pavilhões junto ao Rio Neva compreende museus, teatro e escritórios governamentais. Fundado em 1764, por Catarina, a Grande, ele hoje ocupa parte dos aposentos dos czares, como o Palácio de Inverno. Tem rica coleção original composta por pinturas de Rembrandt, Hals, Veronese e Van Dyck, entre outros.