Em 2017, “La La Land” entrou para a seleta lista dos filmes com o número recorde de 14 indicações ao Oscar, junto com “Titanic” e “A Malvada”. Apesar de não ter recebido a estatueta por Melhor Filme, a produção foi a mais premiada da noite, tendo ganhado seis categorias, incluindo Melhor Atriz (Emma Stone) e Melhor Trilha Sonora. Embora tenha sido lançado em 2017, o filme, na verdade, já tinha sido idealizado por Damien Chazelle (diretor do longa) seis anos antes, porém tirar a ideia do papel foi muito difícil, uma vez que nenhum estúdio queria investir em um musical, gênero visto como datado e destinado ao fracasso.
Terceiro filme que Ryan Gosling e Emma Stone protagonizam juntos, “La La Land” acompanha a história de Mia (Stone), uma aspirante a atriz que trabalha como garçonete quando não está prestando audições para papéis que nunca consegue, e Sebastian (Gosling), um talentoso pianista cujo sonho é abrir o seu próprio bar e casa de jazz mas que, enquanto isso, se apresenta em eventos e casas de shows sem muito sucesso – afinal, o público deseja algo mais moderno, algo que Sebastian se recusa a performar. Com Los Angeles de pano de fundo e uma excelente trilha sonora, os dois personagens buscam oportunidades para suas carreiras de modo a realizarem seus sonhos.
Na primeira vez em que se encontram, Mia e Sebastian não se dão muito bem, porém o destino dos dois estava interligado e, ao se reencontrarem, os dois acabam se apaixonando perdidamente. Através de canções e coreografias, o espectador acompanha o casal em suas brigas e reconciliações de uma forma muito envolvente e apaixonante. Disponível na Netflix e no YouTube, “La La Land” é um muito mais do que um simples musical, é um filme sobre sentimentos e sonhos que soube aproveitar das liberdades do gênero para criar uma obra artística singular no cinema atual.
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