Até domingo (24) a praça do Rádio Clube, em Campo Grande, será palco do 11.º MS Dance Fest, festival que é promovido pelo grupo Funk-se e tem acesso gratuito, sendo que as apresentações artísticas acontecem sempre a partir das 20h.
Na noite de hoje (21), o público aproveita o espetáculo inspirado na vida e na obra do artista plástico sul-mato-grossense Humberto Espíndola, “Minhas Pinceladas Dançam”, que abre as apresentações do MS Dance Fest.
Nesse ano o festival recebe recursos do Fundo de Investimentos Culturais (FIC), da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS), e traz atrações que vão de coreografias no palco até cursos para profissionais da dança, no Armazém Cultural e em três estúdios de dança parceiros.
Diretor, coreógrafo e fundador do Grupo Funk-se, Edson Clair ressalta que o festival irá encantar o público que passar pela praça. "Convido a todos para assistir as apresentações dos artistas e grupos de dança. Os artistas irão se apresentar na disputa dos dois prêmios do festival, sob a promessa de surpreender e emocionar o público por conta da qualidade dos trabalhos. Em paralelo a isso, uma estrutura com segurança e comodidade está sendo montada para receber a todos”, diz.
Vale ressaltar que a programação fica dividida da seguinte forma: sempre a partir das 13h, iniciam as oficinas de dança que acontecem em parte no Armazém Cultural e outras em estúdios de dança da cidade. À noite é a vez do público conferir dezenas de grupos de dança nas disputas aos prêmios Jair Damasceno e Tinho Sherman, na Praça do Rádio Clube.
programação
Na sexta-feira (22), a partir das 20h, é a vez da disputa de dança no Prêmio Jair Damasceno, em que diversos grupos da Capital, de outras cidades do Estado e até do interior de São Paulo, se apresentam na Concha Acústica Família Espíndola, na Praça do Rádio Clube.
No sábado (23) à noite, às 20h, as disputas têm continuidade por meio do prêmio Tinho Sherman de Danças Urbanas.
Em cena estarão não somente atletas de Mato Grosso do Sul, mas também de outros estados e, inclusive, do externo. Os ‘workshops’ acontecem nas seguintes modalidades:
- House Dance — André Rockmaster/SP;
- Hip Hop e Heels — Didi Destefano/Paraguai;
- Jazz Funk e Hip Hop — Fran Manson/SP;
- Locking — Darlita Albino/SP;
- Danças Sociais — Wagner Gomes/MS;
- Coreo — Eduardo Alcântara/PR;
- Waacking — Darlita Albino;
- Dança pra Chão — Henrique Lima/SP;
- Ballet — Luis Augusto Ribeiro/SP e
- Breaking e Allstyle — Leony Pinheiro/PA.
Ainda, Clair ressalta que essa ação é o reencontro com a arte e a democratização do acesso à dança tanto para as pessoas que escolheram o ofício como profissão, como para o público, que durante a pandemia se viu obrigado ao distanciamento social. “Todo mundo está com saudade das atividades presenciais, principalmente, no que diz respeito às festas e apresentações culturais que são o momento de partilha, de encontro, afeto. Tudo aquilo que a pandemia nos privou”, comemora.
homenagens
Essa 11.ª edição do festival vem com a missão de homenagear dois importantes artistas que contribuíram muito para a cultura sul-mato-grossense. “As duas modalidades envolvem premiações em dinheiro, troféus, reconhecimento do talento dos grupos que estão na disputa. Mas, os prêmios são também a oportunidade de homenagear Jair Damasceno e Tinho Sherman, dois talentosos artistas que tanto contribuíram com a arte do MS”, destaca Clair.