Com 14 anos sendo motor da música regional, o Som da Concha, mais uma vez, agracia os sul-mato-grossenses que comparecerem hoje, às 18h, na Concha Acústica Helena Meirelles - no Parque das Nações - com a música de Fred Oliveira e a banda Curimba.
"(Des)Conexões" é a obra inédita apresentada, a partir das 18h, por Fred Oliveira, show esse que, conforme assessoria, vem como: "crítica às rasas relações humanas catalisadas pela pandemia e a frieza humana demonstrada pela guerra contra a Ucrânia".
Fred, que é compositor e tecladista, apresenta suas canções autorais que correm pela cena cultural de Campo Grande, além de uma inédita prometida para a noite do “(Des)Conexões” no Som da Concha, assim como a participação do roqueiro Kleber Almeida.
Cantar uma autoral inédita na cena musical local é considerado ato de coragem. e embarca na idea de tratar das frágeis relações humanas, que, segundo autor, são conduzidas pelo avanço da tecnologia e culminam no mais baixo nível de humanidade, levando às guerras que vemos diariamente.
"Disconnected" é uma das faixas de destaque do tecladista, que já teve o prazer de tocar ao lado de Marcelo Barbosa, guitarrista do Angra; com o baixista Fernando Molinari, além do icônico guitarrista regional, Rod Rivers.
Som das antigas
Após essa primeira hora de show, quem sobe ao palco da Concha é Curimba, que tem de carreira o que o próprio evento no Parque das Nações tem de história.
Formada hoje por André Stabile Ivocal), Anédio Nogueira de Camargo Júnior (bateria), Victor Gomes Winkler (baixo) e Carlos Augusto Pinho de Castro (guitarra), desde 2008 a Curimba leva a cultura local para fora de Mato Grosso do Sul.
Com faixas consagradas como "muleque da Quebra" e a reconhecida "Serve um Téra", o público de hoje poderá acompanhar a irreverencia musical da banda, e se impactar com a mensagem que esses músicos locais trazem.
Além das músicas da Curimba terem o papel conscientizador, o próprio cenário e figurinos são compostos por materiais reciclados, fazendo alusão à quantidade de lixo e resíduos que são descartados de maneira irresponsável em nossos rios.
"Papa Terra", além das conhecidas, traz também canções inéditas no repertório do show, algumas feitas inclusive durante a pandemia, sendo o exemplo de "é quente", Polkarock com letra e intenção de Rap. (Com assessoria)