Em “The Bear”, jovem chef de cozinha assume o restaurante da família depois de tragédia e decide transformar o “pé sujo” em referência gastronômica
Apesar de existirem diversos programas de culinária dos mais diferentes formatos, são poucas as produções dramáticas que conseguem administrar de forma positiva a atenção que dão para a comida e para os dramas pessoais dos personagens.
“The Bear” é uma série que chamou muita a atenção justamente por conseguir tal proeza.
Disponível na Star+, a produção foi lançada em junho de 2022 e já conta com duas temporadas que, somadas, resultam em 18 episódios. No Emmy de 2023, a série confirmou o seu favoritismo em premiações, arrebatando 6 estatuetas. Já no Globo de Ouro do mesmo ano ganhou em 3 categorias, incluindo a de “Melhor série musical ou de comédia”.
Em “The Bear”, o ator Jeremy Allen White interpreta Carmen Anthony “Carmy” Berzatto, renomado chef de cozinha de trinta e poucos anos.
Quando o personagem recebe a notícia que seu irmão mais velho havia tirado sua própria vida e deixado para ele o seu endividado restaurante de sanduíches em Chicago, ele decide abandonar a sua carreira na alta gastronomia e tomar as rédeas do restaurante do irmão, mesmo contra a opinião de sua irmã Natalie (Abby Elliott), que acredita que ele deveria vender o estabelecimento e se livrar dos problemas.
Além de precisar lidar com o próprio luto decorrente da perda trágica do irmão, Carmy também irá se deparar com um quadro de funcionários que não ficaram muito felizes com a sua chegada e a sua nova forma de operar a cozinha. Uma das figuras de liderança é Richie (Ebon Moss-Bachrach), melhor amigo do irmão de Carmy.
De início, os funcionários vão se rebelar contra as novas obrigações colocadas pelo protagonista, porém, aos poucos, vão encontrando um meio termo.
O restaurante também está coberto de dívidas, violações de segurança e sem documentos importantes – além de condições precárias. Tudo isso vai dificultar a missão de Carmy de transformar o pé sujo em um ponto de referência gastronômico em Chicago – cidade que abriga alguns dos melhores restaurantes do mundo.
Nova série da Apple Tv conta a história de um grupo de homens da Aeronáutica norte-americana em uma perigosa missão durante a Segunda Guerra Mundial
Uma coprodução de Steven Spielberg e Tom Hanks, a nova série da Apple TV chegará na plataforma de streaming no dia 26 de janeiro.
Com o título de “Mestres do Ar”, o original é mais uma história épica ambientada na Segunda Guerra Mundial da dupla de produtores, responsáveis por outras séries desse mesmo gênero – como “Band of the Brothers” e “The Pacific”. No elenco principal, destacam-se Austin Butler (nomeado para o Oscar por seu papel em “Elvis”) como protagonista e Callum Turner (“Animais Fantásticos:
Os Crimes de Grindelwald”) como coadjuvante. Os dois fazem parte da aeronáutica norte-americana durante a Segunda Guerra Mundial.
A história de “Mestres do Ar” é baseada no livro de mesmo nome do autor e historiador americano Donald L. Miller, lançado em 2014. A série de 9 episódios se concentra na Força Aérea americana durante a Segunda Guerra, mais especificamente no 100° Grupo de Bombardeiros, que eram responsáveis por diversos bombardeios sobre a Alemanha nazista. Nesses ataques, os homens tinham que lidar com péssimas condições, que incluíam o frio intenso, a falta de oxigênio e o terror que eram os combates a mais de 25.000 pés de altitude, onde um erro resultava em uma queda fatal.
O principal ponto de “Mestres do Ar” é retratar o sofrimento psicológico vivido pelos personagens, que eram mandados muito jovens para combater as forças do Terceiro Reich de Hitler.
Muitos morreram ou foram capturados e, mesmo os que sobreviveram, tiveram sequelas para o resto da vida – sejam físicas ou psicológicas. Na série, Butler vive o Major Gale Cleven, um dos primeiros oficiais a serem designados para o 100° Grupo de Bombardeios.
Seu braço direito é o Major Egan (Turner) e, juntos, eles são responsáveis por liderar um grupo composto por 35 aviões e 350 homens em uma missão de proporções jamais vistas, cujo objetivo é entrar diretamente no território aéreo de Hitler e dominar os céus.
Nova série sobre o narcotráfico internacional e o Cartel de Medellín chega à Netflix, com Sofia Vergara como Griselda Blanco
Depois do sucesso de “Narcos” (2015) e “Narcos México” (2018), a Netflix decidiu apostar em mais uma série sobre os bastidores do narcotráfico internacional e o Cartel de Medellín, uma rede de traficantes de drogas originários da Colômbia que comandavam o crime de forma extremamente organizada.
Porém, dessa vez o foco não é Pablo Escobar – talvez o nome mais conhecido da organização – ou qualquer outro homem, mas sim Griselda Blanco, a impiedosa narcotraficante conhecida como “viúva negra” e “Godmother”, suspeita de ter encomendado o assassinato de todos os seus 3 maridos.
A minissérie tem o nome de “Griselda” e chega na Netflix no dia 25 de janeiro.
Em sua primeira temporada, a produção original contará com seis episódios, que irão retratar a ascensão da narcotraficante no mundo do crime.
Vivida pela atriz latina Sofia Vergara (muito conhecida pelo seu papel em “Modern Family”), Griselda começa a série mudando de Medellín para Miami (Estados Unidos), com os seus três filhos e três quilos e meio de cocaína. Imigrante ilegal e mãe solo – depois da morte do seu primeiro marido –, a protagonista vai se envolver com o traficante Alberto Bravo, com quem também irá se casar e que irá mostrá-la um lado mais sinistro do narcotráfico.
A ambição de Blanco, somada a sua propensão para a violência e suas ideias inovadoras. irão fazer com que, rapidamente, a personagem consiga grande poder no mundo do crime, predominantemente dominado por homens.
Conforme as disputas dos cartéis vão aumentando em Miami, também cresce a violência desses conflitos e o grupo de Blanco fica conhecido pelo seu jeito de matar.
Ao mesmo tempo em que a série mostra a ascensão de Griselda ao posto de mulher mais rica e temida do tráfico, a produção mostra o esforço de June Hawkins (Juliana Aidén Martinez), analista de inteligência da polícia de Miami, mãe solteira e latina, em prender Blanco desde meados de 1970.
Porém, convencer seus colegas homens que uma mulher é a chefe do tráfico não será uma tarefa fácil.